- Barril Brent dispara 4,05% e chega a US$ 105,81 para entrega em julho, maior desde 23 de quinta-feira.
- O Brent chegou a US$ 104,24 no pico da sessão, antes de cerrar em US$ 105,81.
- O petróleo WTI, nos EUA, tender a US$ 101,81, alta de 5,64%, maior desde 9 de abril.
- O preço reflete a incerteza sobre acordo entre EUA e Irã; Goldman Sachs projeta potencial de US$ 120 se o conflito persistir.
- Irã não aceitará exigências excessivas; Parlamento prepara lei para controlar o estreito de Hormuz e cobrar pedágios em rial.
O petróleo oscila com a indefinição nas negociações entre EUA e Irã. Nesta terça (28), o Brent subiu para US$ 105,81 por barril, com alta de 4,05%, para entrega em julho, após abrir em US$ 101. A escalada acompanha a busca por um acordo de paz na região.
O WTI, referência nos EUA, chegou a superar US$ 100 e fechou em US$ 101,81, alta de 5,64%. Analistas citam preocupaçao com o desenrolar do conflito e o impacto na oferta global. Goldman Sachs aponta possibilidade de US$ 120 caso o confronto persista.
Perspectivas de negociação e impactos no mercado
A Casa Branca analisa a proposta do Irã de reabrir o estreito de Hormuz, essencial à passagem de cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. Enquanto isso, EUA e Irã seguem com bloqueios que afetam o tráfego na região, elevando a pressão sobre preços.
O Irã afirmou que não aceitará exigências consideradas excessivas pelos EUA, destacando que Washington não pode ditar políticas a nações independentes. Paralelamente, o Parlamento iraniano discute lei para subordinar o estreito às Forças Armadas, com pedágios em moeda local.
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