- O Ministério dos Transportes informou a deputados socialistas que houve atrasos nos estudos de viabilidade da linha Plasencia (Cáceres) – Leão, levando à prorrogação do prazo.
- Os trabalhos, encomendados em 2024 à engenharia Prointec, visam determinar traçados, estimativas de tráfego e investimentos para eventual reconstrução da Ruta ferroviaria de la Plata.
- O estudo de viabilidade é preliminar ao estudo informativo e mostra que não há conexões diretas entre Plasencia, Salamanca, Zamora e Leão, segundo mapas da Adif.
- O eixo ligaria o norte da Extremadura a Leão, conectando-se a linhas que vão de Salamanca a Medina del Campo e Valladolid, da Madrid-Galicia a Zamora, e de Leão a Palência e Ourense, com pesquisas de demanda junto a viajantes, carregadores e transportistas.
- O projeto já mapeia condicionantes locais e aguarda informações dos municípios afetados; o relatório será encaminhado ao Conselho Assessor do Ministério para avaliação.
O Ministério dos Transportes ampliou o prazo para os estudos de viabilidade da linha entre Plasencia, em Cáceres, e León, visando avaliar a possibilidade de reconstruir parte da antiga Ruta de la Plata. O secretário de Estado de Transportes, José Antonio Santano, informou a deputados socialistas sobre os atrasos no levantamento. O objetivo é determinar traçados alternativos, estimativa de tráfego e investimentos necessários antes de um eventual estudo informativo.
Os trabalhos, encomendados em 2024 à engenharia Prointec, buscam dados sobre demanda de viajantes e de carga, além de condicionantes ambientais e urbanísticos. Segundo o Ministério, a análise seria anterior ao estudo informativo caso a decisão seja seguir adiante com a iniciativa.
A rota em pauta liga Plasencia a León, conectando-se a redes existentes de trem em Salamanca, Zamora e outras regiões. Mapas de ADIF indicam a ausência de ligações diretas entre as cidades citadas, o que embasa a avaliação de alternativas e custos do projeto.
Entre os elementos já avaliados está o histórico da Ruta de la Plata, que operou de 1896 a partir de Sevilla até Gijón, ao longo de aproximadamente 1000 quilômetros. A abordagem atual inclui consulta a municípios afetados, com respostas que chegaram com atraso. A ampliação do prazo também decorre de tais entraves administrativos.
Avanços e próximos passos
A equipe técnica busca consolidar informações de antecedência e traçado da linha desativada, além de dados dos condicionantes ambientais. O estudo de viabilidade, concluído, será encaminhado ao Conselho Asesor do Ministério para elaboração de um parecer. Deputados destacam envolvimento regional e de agentes econômicos na viabilização da infraestrutura.
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