- O ticket médio das passagens aéreas corporativas subiu cerca de 15% no primeiro trimestre de 2026, frente ao mesmo período de 2025.
- O combustível é o principal driver do custo: o querosene de aviação representa de 30% a 40% do custo operacional e teve alta superior a 50% em 2026.
- A Paytrack aponta que empresas estão revendo políticas de compra, critérios de aprovação e planejamento de deslocamentos devido ao cenário de preços.
- Entre fim de fevereiro e fim de março, o valor médio das tarifas subiu 27%, com expectativa de alta de aproximadamente 13,6% em abril.
- Em abril, o querosene teve reajuste de 54%, e a Anac informou suspensão de mais de 2 mil voos programados para maio.
O custo das viagens corporativas voltou a subir no início de 2026, impulsionado pela valorização do petróleo e pelo aumento do querosene de aviação. Dados da Paytrack indicam alta de cerca de 15% no ticket médio das passagens no primeiro trimestre, mesmo com baixa observada no mesmo período de 2025. Empresas já ajustam políticas internas e planejamento de deslocamentos.
Segundo a Paytrack, o combustível representa entre 30% e 40% do custo operacional das companhias aéreas, e o querosene acumulou alta superior a 50% em 2026. Essa dinâmica deve ser repassada ao preço final das passagens, pressionando o custo total de viagens corporativas.
Entre o fim de fevereiro e o fim de março, o valor médio das tarifas pesquisadas pela Paytrack subiu 27%, ante 3% no mesmo intervalo de 2025. A expectativa é de que abril encerre com nova alta expressiva, aproximadamente 13,6%, mantendo o ritmo do trimestre.
Em abril, o querosene de aviação registrou reajuste de 54%. A previsão aponta para novas altas em maio, conforme dados da indústria. A ANAC informou que mais de 2 mil voos programados para maio foram suspensos no país, agravando a incerteza para viagens corporativas.
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