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Banco Central reduz Selic para 14,5% e faz segundo corte consecutivo este ano

Copom reduz Selic a 14,5% pela segunda vez no ano, mantendo cautela e avaliação em quarenta e cinco dias

Sob comando de Gabriel Galípolo, Copom reduz Selic a 14,5%
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  • O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,5% ao ano.
  • é o segundo corte consecutivo em 2026, após o ciclo de alta iniciado no ano passado.
  • a nova taxa deve permanecer vigente pelos próximos 45 dias, até a próxima reunião.
  • no dia 18 de março, o Copom já havia cortado a Selic de 15% para 14,75%.
  • a Selic é a principal ferramenta para controlar a inflação medida pelo IPCA.

O Copom do Banco Central decidiu reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,5% ao ano. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, em Brasília, mantendo o ritmo de cortes após um ciclo de alta. O objetivo é controlar a inflação sem frear demais a atividade.

O comitê informou que a nova taxa ficará em vigor pelos próximos 45 dias, até a próxima reunião. A decisão acompanha o cenário de inflação recente e a necessidade de calibrar com cautela a política monetária. Gabriel Galípolo permanece à frente do Copom.

Entre agosto de 2022 e junho de 2023, a Selic ficou em 13,75% ao ano. Em maio de 2024 chegou a 10,5% e permaneceu nesse patamar até setembro. Em fim de 2024 até fevereiro deste ano houve sete elevações, levando a 15% ao ano, o maior nível desde 2006.

Trajetória recente da política monetária

Em março, iniciou-se o atual ciclo de redução, que agora ganha impulso com o novo corte anunciado pelo Copom. A Selic funciona como instrumento para conter a inflação medida pelo IPCA, ao tornar empréstimos mais caros e frear o consumo.

Contexto atual

O Banco Central avalia que o ambiente inflacionário permite novo ajuste gradual. O objetivo é manter a inflação sob controle sem comprometer o crescimento econômico. O Copom continuará monitorando indicadores, dados fiscais e choques externos.

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