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Bilionária brasileira que fundou a Kalshi revela ter Bitcoin desde 2014

Brasileira bilionária que fundou a Kalshi revela ter Bitcoin desde 2014; US$ 100 valem hoje R$ 113,7 mil e a plataforma enfrenta proibição no Brasil

Luana lopes Lara fundadora da Kalshi
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  • Luana Lopes Lara, brasileira de 29 anos, é bilionária self-made e cofundadora da Kalshi, empresa avaliada em cerca de US$ 11 bilhões.
  • Ela descobriu o Bitcoin em 2014, quando ainda estudava no MIT.
  • Recebeu US$ 100 para montar uma carteira de criptomoedas pelo Bitcoin Lab do MIT, o que equivalia a 0,3 BTC na época; hoje esse valor é de aproximadamente R$ 113,7 mil.
  • Ficou sem a senha da carteira por um tempo, o que a impediu de vender; conseguiu recuperá-la com a Coinbase no último ano.
  • A Kalshi foi proibida de operar no Brasil recentemente, junto com outras plataformas do setor, como a Polymarket.

A brasileira Luana Lopes Lara, bilionária jovem famosa por fundar a Kalshi, revelou que investe em Bitcoin desde 2014. Ela contou isso durante participação no podcast Coin Stories, destacando que só investe “um pouco” no mercado de criptomoedas até hoje. A Kalshi atua como mercado de previsões.

Lara afirmou ter começado a se aproximar de cripto ainda na faculdade. Segundo ela, recebeu US$ 100 do MIT para montar uma carteira, com opções de investimento, incluindo Coinbase. Na época, US$ 100 equivaliam a cerca de 0,3 BTC.

A executiva explicou que chegou a perder a senha da conta de criptomoedas, o que acabou salvando o patrimônio. Ela recuperou o acesso no último ano, com dificuldades por ter iniciado a conta no Brasil. Hoje mantém o BTC como parte de seus ativos.

Perfil de Luana Lopes Lara

Luana Lopes Lara, 29 anos, tornou-se a bilionária mais jovem do mundo a construir fortuna própria. Ela é cofundadora da Kalshi, empresa avaliada em US$ 11 bilhões, conforme reportagens da Forbes e da Folha de S.Paulo. Formada em Ciência da Computação pelo MIT, trilhou caminho diverso antes do setor financeiro.

Antes de entrar no mercado, Lara estudou balé na Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville (SC), com treinamentos intensos e participação em olimpíadas científicas. Ela chegou a atuar como bailarina profissional na Áustria antes de migrar para tecnologia e negócios.

Em 2018, junto com Tarek Mansour, também ex-MIT, criou a Kalshi, plataforma que permite negociar contratos sobre eventos futuros, incluindo eleições e esportes. Na última semana, a Kalshi e outras plataformas foram proibidas de operar no Brasil, junto com Polymarket, conforme decisões regulatórias locais.

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