- Em 2025, a Binance movimentou US$ 34 trilhões, sendo US$ 7,1 trilhões no mercado spot, com volume diário médio 18% maior e suporte a 490 moedas.
- A exchange ultrapassou 315 milhões de usuários, mantendo-se como a maior plataforma cripto em volume, segundo a CoinMarketCap.
- recebeu autorização para operar sob a FSRA, do ADGM, tornando-se a primeira plataforma de criptomoedas a atuar sob esse regime regulatório internacional.
- A infraestrutura inclui Prova de Reservas 1:1, Safu (Fundo Seguro de Ativos de Usuários) de US$ 1 bilhão e mais de 1.500 profissionais de compliance; ativos protegidos chegaram a US$ 162,8 bilhões no início de 2026.
- Em 2025, evitou perdas estimadas em US$ 6,69 bilhões, auxiliou 5,4 milhões de usuários e atendeu 71 mil solicitações de autoridades, com confisco de cerca de US$ 131 milhões em ativos ilícitos.
O Binance ampliou sua infraestrutura para sustentar o mercado de cripto, conectando liquidez, custódia, conformidade e meios de pagamento. Em 2025, a exchange movimentou US$ 34 trilhões, com US$ 7,1 trilhões no mercado spot e 490 moedas disponíveis. A operação manteve a liquidez como fator-chave da confiança.
A publicação aponta que a Binance se consolidou como a maior plataforma de cripto em volume, segundo a CoinMarketCap. Em 2025, houve aumento de 18% no volume diário médio de negociações em todos os produtos, refletindo maior atividade institucional e varejista.
Desempenho registrado também envolve segurança. De 2023 a 2025, a exposição a crimes financeiros caiu 96%, resultado associado à adoção de práticas de compliance e supervisão internacional. A empresa afirma tratar a proteção de ativos como produto central.
O crescimento é impulsionado pela integração de liquidez, custódia, conformidade e meios de pagamento, criando um modelo que dialoga com o sistema financeiro tradicional. A companhia destaca a atuação global como alavanca de confiança dos investidores.
Infraestrutura, usuários e liquidez
A Binance atingiu mais de 315 milhões de usuários, superando 300 milhões no ano anterior. A plataforma global Binance.com passou a operar sob supervisão externa mais rigorosa, após autorização de autoridades internacionais.
Relatórios de terceiros apontam a liderança da Binance em liquidez. Em dezembro de 2025, registrou US$ 20 bilhões em 61,9 milhões de transações, superando de longe concorrentes no mesmo período. A liquidez aparece como motor da adoção de mercado.
A calibração de preços também se beneficiou de spreads mais baixos entre pares de cripto negociados pela Binance, reduzindo custos para as operações. Esses fatores ajudam a atrair investidores institucionais para a plataforma.
Para atender esse público, foram desenvolvidos produtos como Banking Triparty, que reduz o risco de contraparte, e Binance Wealth, destinado a gestores de patrimônio. Executivos citam a infraestrutura como essencial para a integração de custody regulamentada e garantias tokenizadas.
A instituição enfatiza, ainda, a proteção de ativos por meio do sistema Prova de Reservas, com lastro 1:1. Em início de 2026, o total protegido somava US$ 162,8 bilhões, alta de 25% frente a 2024.
Compliance, segurança e proteção
Além do PoR, a Binance mantém o Safu, um fundo de emergência avaliado em US$ 1 bilhão, criado em 2018 para mitigar impactos de falhas de segurança. O ecossistema conta com mais de 1.500 profissionais de compliance para monitorar atividades suspeitas.
A empresa também dispõe de certificações internacionais relevantes, como ISO 27001 e 27701, ISO/IEC 42001, PCI DSS e SOC 1 e 2. Tais certificações atestam padrões de segurança, privacidade e auditoria.
Segundo a gestão, a atuação de compliance reforça a confiança de usuários e parceiros globais. A companhia também informou ter auxiliado autoridades em mais de 71 mil solicitações no ano, com foco no combate a atividades ilícitas.
Em 2025, a Binance ajudou a evitar perdas potenciais estimadas em US$ 6,69 bilhões e facilitou o confisco de US$ 131 milhões em ativos ilícitos, por meio de cooperação com órgãos de aplicação da lei.
Regulação e cenário internacional
A Binance recebeu autorização para operar sob a FSRA do ADGM, tornando-se a primeira exchange cripto a cumprir esse acordo regulatório. A licença amplia o quadro de atuação em jurisdições internacionais.
A empresa mantém licenças em 20 jurisdições, reforçando o alinhamento com padrões de conformidade globais. Executivos destacam que esse conjunto de credenciais sinaliza conformidade com normas de instituições financeiras.
No Brasil, o Banco Central tem avançado com regras para ativos virtuais, incluindo SPSVAs, e define cobertura regulatória para operações com criptoativos. Na Europa, o MiCA estabelece um regime geral para ativos digitais.
Nos Estados Unidos, o marco regulatório recente incluiu o Genius Act voltado para stablecoins, além de discussões sobre Clarity Act e leis de vigilância de CBDCs. A adoção regulatória é apontada como elemento-chave para o amadurecimento do setor.
A atuação da Binance, segundo a gestão, demonstra que infraestrutura robusta, compliance e liquidez ampla são pilares do ecossistema cripto em desenvolvimento. As informações são baseadas em relatórios da própria empresa, de Kaiko e de autoridades regulatórias.
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