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Câmara do DF aprova projeto que reduz imóveis para salvar BRB em R$ 2,9 bi

Câmara distrital reduz em 2,9 bilhões o conjunto de imóveis usados para socorrer BRB; dois terrenos são retirados, governo busca garantias federais.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou um projeto do governo distrital diminuindo em R$ 2,9 bilhões o escopo de imóveis oferecidos para cobrir o rombo do Banco Master no Banco de Brasília (BRB).
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  • Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto do governo que reduz em 2,9 bilhões o escopo de imóveis oferecidos para cobrir o rombo do BRB.
  • Dois terrenos foram retirados da lista: a Gleba A, de 716 hectares na Serrinha do Paranoá, estimada em 2,3 bilhões, e um terreno no SIA, de 192 mil metros quadrados, avaliado em 632 milhões.
  • Os imóveis remanescentes estão estimados em 3,654 bilhões; o governo não apresentou avaliação atualizada desses terrenos.
  • O Distrito Federal busca empréstimo de 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos para injetar dinheiro no BRB e evitar a liquidação do banco.
  • A governadora Celina Leão pediu apoio do governo federal, buscando garantias do Tesouro Nacional; reunião com o presidente do Banco Central, o secretário de Economia do DF e o presidente do BRB está marcada para quinta-feira, 30.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou um projeto do governo que reduz em 2,9 bilhões o escopo de imóveis oferecidos para cobrir o rombo do BRB, ligado ao Banco Master. A medida visa ajustar as garantias para o empréstimo.

O texto retirou dois imóveis da lista de ativos: a Gleba A, com 716 hectares na Serrinha do Paranoá, e um terreno no SIA, de 192 mil m², estimado em 632 milhões de reais. Os bens removidos deixam o total restante em avaliação menor.

Ao todo, os imóveis remanescentes somam 3,654 bilhões de reais. O governo não apresentou uma avaliação atualizada dos terrenos que seguem na lista.

Em março, uma proposta anterior autorizou aporte de 6,6 bilhões de reais ao BRB com nove imóveis, que poderiam ser vendidos, transferidos ou usados como garantia, ou estruturados em fundo imobiliário.

A governadora Celina Leão solicitou apoio ao governo federal para obter garantias do Tesouro Nacional no empréstimo. O Distrito Federal enfrenta restrições financeiras para obter aval direto.

Nesta quinta-feira, 30, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebe Celina Leão, o secretário de Economia Valdivino de Oliveira e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para tratar da situação do banco.

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