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Copom reduz juros pela segunda vez, para 14,50%

Copom reduz Selic pela segunda vez consecutiva, para 14,50% ao ano, com decisão unânime e cenário de inflação em desaceleração e incertezas externas

Ilustração mostrando o sinal de percentual e um homem se equilibrando sobre o sinal
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  • O Copom reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual, indo para 14,50% ao ano, a segunda queda consecutiva.
  • A decisão foi unânime entre os membros do comitê.
  • A justificativa é a desaceleração da inflação, ainda acima da meta, acompanhada de estímulo à economia.
  • O cenário externo continua incerto, com volatilidade de mercados e pressões inflacionárias globais, segundo o Copom.
  • O mercado projeta novas quedas ao longo do ano, com expectativa de chegar a 13,75% ao final de 2026.

O Copom, órgão do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira (29) reduzir a taxa básica Selic em 0,50 ponto percentual, para 14,50% ao ano. A decisão foi unânime entre os membros do colegiado. A mudança marca a segunda queda consecutiva desde agosto de 2022, quando a taxa estava em 13,75%.

A justificativa apresentada pelo Copom aponta desaceleração da inflação e a necessidade de estímulo à economia. Embora haja sinais de queda, a inflação permanece acima da meta estabelecida pelo BC.

O comunicado também ressalta cenário externo incerto, com volatilidade nos mercados e pressões inflacionárias globais. O Banco Central afirmou que continuará monitorando inflação e atividade econômica, sendo possível ajustar a política monetária caso haja necessidade.

Decisão anunciada pelo Copom

A expectativa de analistas é de novas quedas na Selic ao longo do ano, com projeções que tendem a levar a taxa a patamar próximo de 13,75% ao fim de 2026. A leitura é de que o BC busca equilíbrio entre controle da inflação e estímulo ao crescimento.

Mercado financeiro acompanha a tendência de queda gradual, com impactos esperados sobre custo de crédito e atividades produtivas. O Copom reforça que a evolução da inflação e da atividade econômica continuará sendo acompanhada de perto.

Perspectivas de mercado

Analistas ressaltam que o cenário externo continua incerto, o que pode exigir ajustes adicionais no ritmo da política monetária. O BC manteve a comunicação de que eventuais mudanças ocorrerão conforme dados econômicos, sem comprometer a trajetória de convergência da inflação.

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