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Da colônia ao Top 10 do varejo alimentar: estratégia de expansão

Grupo Koch sobe ao oitavo lugar no ranking ABRAS com R$ 12,9 bilhões em 2025, ampliando presença catarinense e meta de chegar a cem lojas

Os irmãos Geraldo, Albano, Antonio, José (CEO) e Sebastião Koch lideram a maior rede de supermercados catarinense (Divulgação/Divulgação)
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  • O Grupo Koch subiu duas posições no ranking ABRAS e passou a ocupar o oitavo lugar entre os maiores supermercadistas do país, com faturamento de R$ 12,9 bilhões em 2025, alta de 25% ante o ano anterior.
  • Em 2024, a receita da rede ficou em R$ 10,3 bilhões, crescimento de 29,3% sobre 2023, mantendo o ritmo de expansão acelerado.
  • Santa Catarina concentra a liderança no varejo do país, com seis redes entre as 40 maiores; além do Koch, aparecem Giassi (26º, R$ 4,4 bilhões), Angeloni (31º, R$ 3,8 bilhões), Passarela (38º, R$ 3 bilhões) e Mundialmix (39º, R$ 3 bilhões).
  • Fora do estado, mas com origem catarinense, o Grupo Pereira ocupa a 7ª posição nacional, com faturamento de R$ 17,5 bilhões, elevando o bloco de SC a mais de R$ 44 bilhões em receita no varejo.
  • O Koch opera com 95 lojas em mais de 38 municípios de Santa Catarina, por meio das bandeiras SuperKoch e Komprão, com dois centros de distribuição e sede em Itapema; a meta é chegar a 100 lojas até 2026, mantendo planejamento até 2028.

O Grupo Koch subiu duas posições no ranking da ABRAS e passou a figurar na oitava colocação entre os maiores supermercadistas do Brasil, com faturamento de 12,9 bilhões de reais em 2025. A elevação representa crescimento de 25% em relação a 2024, quando a receita foi de 10,3 bilhões.

A expansão catarinense continua sendo o motor do desempenho. Santa Catarina tem hoje seis redes entre as 40 maiores do país, entre elas o Koch, líder no estado. O aumento do peso regional acompanha o avanço do varejo alimentício no estado, com atuação em várias bandeiras.

Entre as redes de origem catarinense que compõem o top 40, aparecem Grupo Giassi (26º, 4,4 bilhões), Grupo Angeloni (31º, 3,8 bilhões), Grupo Passarela (38º, 3 bilhões) e Grupo Mundialmix (39º, 3 bilhões). O Grupo Pereira, fora do estado, fica em 7º lugar com 17,5 bilhões.

Junto aos catarinenses, o bloco de Santa Catarina soma mais de 44 bilhões em receita, fortalecendo o estado como polo do varejo supermercadista brasileiro. A avaliação vem de Alexandre Simioni, da ACATS, que aponta gestão familiar próxima ao dia a dia das lojas como elemento de consistência.

O Kokh mantém uma trajetória de expansão constante. Nos últimos três anos, abriu 17 lojas em 2024, adicionou 12 em 2025 e planeja 14 novas unidades em 2026, mirando a marca de 100 estabelecimentos. Hoje são 95 lojas em mais de 38 municípios de SC, sob as bandeiras SuperKoch e Komprão.

A rede opera com dois centros de distribuição, em Tijucas e Governador Celso Ramos, além da sede administrativa em Itapema. A receita de 2025 (12,9 bilhões) representa alta de dois dígitos em relação a 2024, mantendo o ritmo de crescimento constante.

Para José Koch, CEO, o diferencial está na previsibilidade da estratégia. O grupo mantém um planejamento até 2028, com foco na expansão de lojas e projeção de crescimento de cerca de 30% ao ano, sustentado pela excelência operacional e pela experiência do cliente.

O histórico da Koch remonta à década de 1960, em Antonio Carlos (SC), com a atuação familiar no campo. A virada começou nas feiras da Grande Florianópolis, evoluiu para a abertura da primeira loja em Tijucas em 1994 e ganhou impulso com a entrada no atacarejo da marca Komprão, em 2016. Hoje, a rede está consolidada no varejo catarinense e no cenário nacional.

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