- O dólar fechou em R$ 5,0018, em alta de 0,39%, com a volatilidade gerada pela guerra no Irã.
- O Federal Reserve manteve a taxa dos Fed funds entre 3,50% e 3,75%, adotando tom cauteloso sobre a economia.
- O preço do petróleo subiu mais de 5% diante das incertezas sobre acordos entre EUA e Irã.
- O mercado aguarda a decisão do Copom sobre a taxa Selic, prevista para uma redução de 0,25 ponto percentual.
- O dólar à vista variou entre R$ 4,9795 (mínima) e R$ 5,0138 (máxima); o contrato futuro de maio avançou 0,56% para R$ 5,0045, enquanto o DXY subiu 0,21%.
O dólar encerrou o dia em alta, cotado a 5,0018 reais, impulsionado pela incerteza gerada pela guerra no Irã e pela complexidade de acordos diplomáticos na região. O movimento ocorreu em meio a pressões de mercado oriundas do exterior.
O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, sinalizando uma postura cautelosa em relação à economia. Os sinais de contenção contribuíram para o viés de dificuldade para direcionalidade dos ativos.
A guerra no Irã e a perspectiva de avanço ou atraso na retomada de conversas nucleares elevaram a volatilidade global, com o petróleo registrando alta de mais de 5%. O movimento refletiu preocupações com oferta e geopolítica.
A agenda local aponta para a decisão do Copom sobre a Selic, prevista para uma redução de 0,25 ponto percentual. A taxa brasileira é acompanhada de perto por operadores que avaliam impactos sobre o câmbio e a inflação.
No intraday, o dólar à vista oscilou entre 4,9795 (mínima) e 5,0138 (máxima). O contrato de maio subia 0,56%, para 5,0045, por volta das 17h. O índice DXY avançava 0,21% contra uma cesta de moedas fortes.
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