- O Ministério do Trabalho estima que R$ 4,5 bilhões do FGTS serão usados para quitar dívidas por meio do Desenrola 2.0.
- O uso representa menos de 1% do saldo total do FGTS.
- O ministro Luiz Marinho afirmou que não há risco para a sustentabilidade do programa Minha Casa, Minha Vida nem para obras municipais financiadas pelo fundo.
- A estratégia é criticada por analistas e pelo setor imobiliário, que teme impactos no mercado de habitação.
- A Abrainc diz que o Desenrola 2.0 pode desvirtuar a finalidade do FGTS e prejudicar o setor habitacional, já que trabalhadores podem usar recursos para comprar imóveis.
O Ministério do Trabalho e Emprego estimou que cerca de 4,5 bilhões de reais do FGTS serão usados para quitar dívidas por meio do Desenrola 2.0. A avaliação aponta que esse desembolso representa menos de 1% do saldo total do Fundo.
O ministro Luiz Marinho afirmou que não há risco para a sustentabilidade do programa Minha Casa, Minha Vida, nem para a saúde financeira de municípios, obras de infraestrutura ou para os trabalhadores em caso de rescisão. O governo reforça que a medida é para reduzir endividamento.
Críticas e preocupações
Analistas e setores do mercado temem impactos no setor habitacional caso recursos do FGTS deixem de aportar em habitação. A Abrainc sustenta que a medida pode desvirtuar a finalidade do fundo, já que trabalhadores poderiam usar o FGTS para compra de imóveis.
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