- Avanço do petróleo, nos maiores níveis desde o início da guerra no Oriente Médio, elevou as perspectivas de inflação e guiou a renda fixa.
- Juros futuros fecharam em alta de mais de vinte pontos-base em quase todos os vértices da curva a termo, exceto os de curtíssimo prazo.
- O comunicado do Federal Reserve gerou forte dissidência no comitê e aumentou as preocupações com a inflação nos Estados Unidos.
- DI janeiro de 2027 passou de 14,125% para 14,205%; DI janeiro de 2028 de 13,74% para 13,95%; DI janeiro de 2029 de 13,595% para 13,845%; DI janeiro de 2031 de 13,595% para 13,835%.
O avanço do petróleo aos maiores níveis desde o início da guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação, orientando o movimento da renda fixa brasileira nesta quarta-feira.
Os juros futuros encerraram o pregão em alta firme, acima de 0,2 ponto percentual em quase toda a curva, com exceção dos vencimentos de curto prazo.
A divulgação da decisão do Federal Reserve intensificou a pressão, ao mostrar dissenso no comitê e preocupação com o quadro inflacionário dos EUA.
Fechamento de alguns contratos: DI jan/2027 subiu de 14,125% para 14,205%; DI jan/2028 de 13,74% para 13,95%; DI jan/2029 de 13,595% para 13,845%; DI jan/2031 de 13,595% para 13,835%.
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