- A Kia fez uma denúncia e a JMEV foi obrigada a mudar os nomes dos seus elétricos mais baratos no Brasil, por direitos de marca registrados no INPI.
- Os modelos EV2, a partir de R$ 69.990, e EV3, por R$ 99.990, foram apresentados como elétricos de entrada e começaram a ser vendidos em Pedro Leopoldo, Minas Gerais.
- A JMEV vai alterar os nomes no Brasil; os novos nomes comerciais ainda não foram divulgados.
- A operação brasileira é conduzida em parceria com a E-Motors Brasil, e há acordo com a Comexport para importação e futura produção dos veículos.
- Além dos preços, a marca busca nichos, incluindo carros adaptados para autoescolas, com recursos como câmbio manual simulado, duplo comando de pedais e retrovisores adicionais.
A JMEV foi obrigada pela Kia a alterar o nome do EV2, elétrico mais barato vendido no Brasil, após denúncia formal. A medida ocorreu após a marca sul-coreana registrar as nomenclaturas EV2 e EV3 no INPI e questionar os nomes usados pela JMEV e pela representante brasileira, a E-Motors Brasil.
Os veículos, apresentados como EV2 e EV3, começaram a ser vendidos em Pedro Leopoldo, MG. O EV2 sai por 69.990 reais, tornando-se o elétrico mais acessível do país. O hatch EV3 custa 99.990 reais. Os novos nomes ainda não foram anunciados.
Mercídio Givisiez, CEO da E-Motors Brasil, confirmou a mudança com a avaliação de manter a nomenclatura em outros países, mas decidiu acatar a reclamação brasileira. A notícia reforça a atuação de marcas chinesas no polo automotivo nacional.
A operação brasileira é conduzida pela JMEV em parceria com a E-Motors, que fechou acordo com a Comexport para importação e futura produção. Os carros devem chegar ao Brasil inicialmente no regime CBU, já montados.
A estratégia de mercado da JMEV envolve preços competitivos e foco em nichos, como carros adaptados para autoescolas. Entre as alternativas desenvolvidas estão sistemas que simulam câmbio manual e ajustes como duplo comando de pedais e retrovisores extras.
A expansão no Brasil ocorre em meio ao interesse de montadoras chinesas em estabelecer subsidiárias locais. A faixa de atuação inclui tanto grandes fabricantes quanto pequenas operações voltadas a veículos elétricos.
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