- Ouro com entrega para junho fechou em queda de 1,02%, a US$ 4.561,5 por onça-troy.
- O recuo ocorreu diante do avanço dos preços do petróleo e de temores inflacionários.
- Os rendimentos dos Treasuries subiram e a expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve pesou sobre o metal.
- O mercado aguarda o comunicado e as falas de Jerome Powell, em possível última reunião sob o seu mandato.
- O petróleo sobe mais de 7% na sessão, com Brent próximo de US$ 120, ante sinal de continuação de bloqueio naval ao Irã e de não reabertura do Estreito de Ormuz.
Na Comex, a parte de metais da NYMEX confirmou a queda nos contratos futuros de ouro com vencimento para junho, encerrando em -1,02% e cotados a US$ 4.561,50 por onça-troy. O movimento acompanha a pressão de jerks inflacionários e a alta do petróleo, que pesam sobre o metal precioso.
O avanço dos rendimentos dos Treasuries e a perspectiva de manutenção de juros pelo Federal Reserve contribuíram para reduzir a atratividade do ouro. O mercado monitora com atenção o teor do comunicado e as falas de Jerome Powell, na próxima decisão que pode marcar o fim de seu mandato à frente do Fed.
Paralelamente, o petróleo registra valorização acentuada, com o Brent rondando US$ 120 o barril. A sinalização dos EUA de continuidade no bloqueio naval ao Irã e a ausência de perspectivas para a reabertura do Estreito de Ormuz elevam as preocupações inflacionárias e influenciam o cenário macroeconômico.
Esses movimentos ocorrem em meio a uma sessão em que o petróleo avança mais de 7% na cotação intradia, alimentando temores sobre custos de energia. Investidores observam o impacto potencial sobre a liquidez, a atividade econômica e a política monetária.
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