- O barril Brent atingiu US$ 126, a maior cotação em quatro anos, impulsionada pela guerra no Oriente Médio.
- A alta encarece o transporte de mercadorias, impactando a cadeia produtiva e principalmente as famílias de baixa renda.
- Motoristas ouvidos dizem que precisam trabalhar mais para manter o equilíbrio financeiro; dois tanques equivalem a um salário-mínimo.
- Após o pico, o preço recuou para cerca de US$ 110, mas segue em patamar elevado.
- Especialistas afirmam que o efeito se espalha pela economia, afetando transporte, energia e alimentação, áreas que pesam no orçamento dos menos favorecidos.
O barril de Brent atingiu US$ 126 hoje, a maior cotação em quatro anos, pressionado pela guerra no Oriente Médio. A alta envolve o preço do petróleo em nível global e repercute na cadeia de transporte de mercadorias. O efeito chega às famílias de baixa renda.
Em especial, o custo de combustível sobe para motoristas de serviço, frete e transporte público, elevando despesas diárias. Profissionais do setor indicam que o reajuste exige ajustes de renda para manter o equilíbrio familiar.
Após o pico, o preço recuou para aproximadamente US$ 110 o barril, mas permanece em patamar elevado. A variação afeta diretamente o custo de transporte e frete em toda a economia.
Impactos na economia e no bolso das famílias
Especialistas afirmam que o efeito se espalha por setores como transporte, energia e alimentação. Segundo a professora Juliana Inhaz, as primeiras consequências costumam aparecer nesses segmentos, que respondem pela maior parte do orçamento de quem ganha menos.
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