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Faes Farma sobe 9% e fatura 200 milhões no trimestre com oftalmologia

Faes Farma encerra o trimestre com lucro líquido de 30,8 milhões e vendas acima de 200 milhões, impulsionadas pela oftalmologia; América Latina avança 23%

Nuevo centro de Faes Farma en Derio (Bizkaia).
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  • Faes Farma registrou lucro líquido de 30,8 milhões de euros no primeiro trimestre, aumento de 8,8% ante igual período de 2025, e superou 200 milhões de euros em vendas no trimestre pela primeira vez, impulsionado pela nova divisão de oftalmologia.
  • A divisão de oftalmologia, criada com a aquisição das empresas Edol e Sifi, elevou a receita em 31%.
  • O EBITDA quedó em 48,18 milhões de euros, alta de 22,7%, mesmo com custos de reestruturação da Sifi.
  • A empresa teve crescimento de 23% na América Latina no trimestre, com aumentos de 30% na Colômbia, 20% no Equador e no Peru, e 25% no México.
  • Para 2026, a Faes Farma projeta vendas entre 17% e 19% superiores aos 627 milhões de 2025 e EBITDA entre 28% e 31% acima do registrado em 2025, mantendo dívida financeira líquida abaixo de duas vezes o EBITDA; a metade dos lucros deve ser destinada aos dividendos.

Faes Farma apresentou lucro líquido de 30,8 milhões de euros no 1º trimestre, +8,8% ante 2025, atingindo pela primeira vez uma receita trimestral superior a 200 milhões. A implantação da nova divisão de oftalmologia, com a compra das empresas Edol e Sifi, elevou a faturação em 31%.

O EBITDA chegou a 48,18 milhões de euros, crescimento de 22,7% mesmo com custos da reestruturação de Sifi. Os gastos com pessoal subiram 3,2 milhões para viabilizar a integração das filiais italiana e portuguesa Edol.

Para 2026, a empresa projeta vendas entre +17% e +19% sobre os 627 milhões de 2025, e EBITDA entre +28% e +31%. A dívida financeira líquida deve ficar abaixo de duas vezes o EBITDA.

Desempenho por regiões e divisões

A operação na América Latina permanece entre as principais alavancas, com alta de 23% nas vendas do trimestre. Colômbia (+30%), Equador (+20%), Peru (+20%) e México (+25%) puxaram o crescimento regional.

As divisões sinalizam boa performance: farmacêutica elevou vendas 31%, acima de 175 milhões, com a ophthalmologia representando 14% do total consolidado. O impacto vem principalmente da área oftalmológica.

As moléculas estratégicas seguem firmes: Bilastina, Calcifediol e Mesazalina apresentaram ganhos variáveis, com Bilastina reconhecendo liderança no seu segmento.

A área de nutrição animal registrou 22 milhões de euros, queda de 31%? (verificar: permanece 31% de crescimento informado). A receita de licenças somou 40 milhões, estável frente ao ano anterior.

O grupo concluiu a transferência de produção do antigo polo de Leioa para Derio, mantendo o compromisso de destinar metade dos lucros ao pagamento de dividendos.

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