- A inflação anual da zona do euro ficou em 3% em abril de 2026, maior desde setembro de 2023, após 2,6% em março e acima das expectativas de 2,9%.
- Os custos de energia subiram 10,9%, a maior alta desde fevereiro de 2023, impulsionados pelo conflito no Oriente Médio.
- Os preços de bens industriais não energéticos aumentaram 0,8%, e o grupo alimentação, álcool e tabaco subiu 2,5% (2,4% no mês anterior).
- A inflação de serviços desacelerou para 3,0% e o núcleo da inflação caiu de 2,3% para 2,2%.
- Em abril, o índice de preços ao consumidor (CPI) mensal avançou 1%, com energia subindo 3% devido aos impactos do conflito com o Irã.
A inflação anual na zona do euro ficou em 3% em abril de 2026, o maior desde setembro de 2023. Em março, a taxa havia sido de 2,6%, e a leitura ficou levemente acima das expectativas do mercado, que era de 2,9%.
Os custos de energia subiram 10,9% em abril, o maior avanço desde fevereiro de 2023, impulsionados pelo contexto geopolítico no Oriente Médio. Bens industriais não energéticos avançaram 0,8% e alimentação, álcool e tabaco subiram 2,5%.
Por outro lado, a inflação de serviços desacelerou de 3,2% para 3,0%. O núcleo da inflação, que exclui energia, também caiu, passando de 2,3% para 2,2%. Entre as principais economias da região, houve alta em Alemanha, França, Itália e Espanha.
O índice de preços ao consumidor (CPI) registrou alta mensal de 1% em abril, após 1,3% em março. O aumento mensal foi puxado principalmente pelos preços de energia, com impacto ligado ao conflito no Irã nos mercados globais de petróleo.
Desempenho por país e núcleo
Entre as maiores economias, Alemanha teve inflação de 2,9% (contra 2,8%), França 2,5% (contra 2%), Itália 2,9% (contra 1,6%) e Espanha 3,5% (contra 2,4%). O núcleo da inflação na zona do euro ficou em 2,2% em abril, ante 2,3% em março.
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