- A renda pessoal nos EUA somou US$ 149,2 bilhões, alta de 0,6% de fevereiro para março, acima da expectativa de 0,3%.
- Os gastos com consumo (PCE) subiram 0,9% no mesmo período, em linha com o consenso de mercado.
- O deflator do PCE avançou 0,7% entre fevereiro e março, em linha com as expectativas.
- Comparado a março de 2024, o deflator do PCE subiu 3,5%.
- O núcleo do deflator do PCE, que exclui itens voláteis, avançou 0,3% no mês e 3,2% no anual, também conforme o consenso.
Nos EUA, a renda pessoal somou US$ 149,2 bilhões em março, alta de 0,6% ante fevereiro. O gasto com consumo também cresceu, avançando 0,9% na mesma comparação mensal, segundo o Departamento do Comércio.
O resultado ficou acima da expectativa de analistas, que apontavam alta de 0,3% para a renda e de 0,8% para os gastos. O avanço do consumo reforça a atividade doméstica no início do segundo trimestre.
O deflator do PCE subiu 0,7% entre fevereiro e março, em linha com as expectativas de mercado. Em relação a março de 2025, a inflação medida pelo deflator ficou em 3,5%.
Núcleo do deflator: o índice que exclui itens voláteis, como alimentos e energia, aumentou 0,3% no mês e 3,2% no ano, ambos alinhados às previsões do mercado.
Esses números indicam continuidade da força do gasto dos consumidores, ao mesmo tempo em que o PCE principal permanece acima de 3% ao ano, mantendo a discussão sobre pressões inflacionárias nos EUA.
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