- Começou a valer nesta sexta-feira, 1º de maio, de forma provisória, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, ampliando o mercado europeu para exportações brasileiras e reduzindo tarifas de produtos da zona do euro no Brasil.
- Segundo a Confederação Nacional da Indústria, cerca de 80% dos itens exportados do Brasil para a Europa passam a ter tarifa zerada, com mais de cinco mil itens ficando mais competitivos, especialmente no setor agrícola (café solúvel, óleos vegetais e frutas).
- Algumas atividades, como carne bovina, aves e açúcar, seguirão com cotas de exportação, limitando o acesso em determinados segmentos.
- O acordo envolve 31 países e cerca de 780 milhões de pessoas, com potencial de liberar mais de 90% do comércio entre os blocos até 2041.
- Para consumidores, espera-se redução de preços de produtos europeus no Brasil e zeramento gradual de tarifas de veículos em até 15 anos, além de benefícios para vinhos, queijos, azeites e chocolates.
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia entrou em vigor de forma provisória nesta sexta-feira, 1º de maio. O tratado elimina tarifas para parte das exportações brasileiras e amplia o acesso ao mercado europeu.
Após mais de 25 anos de negociações, os efeitos já começam a aparecer. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, cerca de 80% dos produtos brasileiros exportados para a Europa passam a ter tarifa zerada, entre eles máquinas e equipamentos.
Mais de 5 mil itens ganham competitividade, com destaque para o setor agrícola, como café solúvel, óleos vegetais e frutas frescas. Entretanto, carnes bovina, aves e açúcar terão restrições por cotas de exportação.
O acordo envolve 31 países e cerca de 780 milhões de pessoas, com potencial de liberar mais de 90% do comércio entre os blocos até 2041. O impacto para consumidores inclui redução de preços de produtos europeus no Brasil.
Para vinhos, queijos, azeites e chocolates, a expectativa é de queda de preços no mercado brasileiro. Veículos terão tarifas zeradas gradualmente em até 15 anos, segundo informações oficiais. Rubens Barbosa comenta as mudanças.
O governo brasileiro destaca que o acordo pode gerar emprego, renda e desenvolvimento para os dois blocos, mantendo o foco em ganhos econômicos e integração comercial. As perfis setoriais variam conforme as cotas e prazos de liberalização.
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