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As maiores minas de ouro do mundo e suas dimensões

As maiores minas de ouro do mundo somam dezenas de toneladas por ano, com liderança de Nevada Gold e Muruntau

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  • Nevada Gold, localizada em Nevada (EUA), é operada pela Barrick Gold; formada em 1º de julho de 2019, possui 10 minas subterrâneas e 12 de superfície, com produção de 94 toneladas de ouro.
  • Muruntau, no Uzbequistão, foi descoberta em 1958 e começou a operar em 1967; é a maior mina a céu aberto da região, com 579 metros de profundidade, e produz 85 toneladas de ouro.
  • Grasberg, na Papua, Indonésia, é a terceira maior mina de cobre do mundo, também produtora de ouro; fica a quase quatro mil metros acima do nível do mar e produz 41 toneladas, operada pela Freeport-McMoRan.
  • Olimpíada, na Rússia, operada pela Polyus, processa o minério em três moinhos com tecnologia de bio-oxidação (BIONORD) e tem produção de 34 toneladas.
  • Pueblo Viejo, na República Dominicana, operada pela Barrick em parceria com a Newmont; produz 23 toneladas de ouro, emprega cerca de 2.350 funcionários e 2.500 contratados, e representa 2% do PIB do país.

Diversas minas de ouro ao redor do mundo se destacam pela produção e pela influência econômica no setor. O levantamento abaixo reúne informações sobre as maiores minas, suas operações e capacidades.

Entre as maiores, a Nevada Gold, situadas no estado norte‑americano de mesmo nome, é operada pela Barrick Gold Corporation, empresa canadense. A mina foi formada em 1º de julho de 2019 e conta com 10 deflagrações subterrâneas, 12 a céu aberto e instalações correlatas, com produção estimada em 94 toneladas.

A descoberta da Muruntau ocorreu em 1958 no deserto de Kyzyl Kum, Uzbequistão. A mina começou a operar em 1967 e hoje é a maior a céu aberto do mundo, com 579 metros de profundidade, ocupando a quinta posição em profundidade global. A produção é de 85 toneladas.

A Grasberg, na Papua Ocidental, Indonésia, figura como terceira maior mina de cobre do mundo e também é uma grande produtora de ouro. Localizada no interior de Nova Guiné, a mina fica a quase 4 mil metros acima do nível do mar e produz cerca de 41 toneladas de ouro. É operada pela Freeport-McMoRan.

A Olimpíada, localizada na Rússia e operada pela Polyus Mining, processa o minério extraído em três moinhos com capacidade anual superior a 14 milhões de toneladas. A tecnologia de bio-oxidação BIONORD é utilizada para tratar sulfetos. A produção de ouro atinge 34 toneladas.

A Pueblo Viejo está na República Dominicana e é operada pela Barrick em parceria com a Newmont. A produção anual chega a 23 toneladas, com aproximadamente 2.350 funcionários próprios e 2.500 contratados. As atividades respondem por 2% do PIB dominicano.

A Kibali fica na República Democrática do Congo, sob operação da Barrick. A planta de sulfeto e óxido processa 7,2 milhões de toneladas por ano, integrada a três usinas hidrelétricas de 44 MW cada e a um gerador térmico reserva de 32 MW. A produção é de 23 toneladas.

Cadia é uma mina australiana operada pela Newcrest Mining, com produção de 23 toneladas. A operação passou por ajustes para reduzir a poeira, conforme a Autoridade Estadual de Proteção Ambiental (EPA).

A Lihir, também na Papua Nova Guiné e operada pela Newcrest, tem produção de 20 toneladas. Localizada em área de atividade geotérmica intensa, a Mina exigiu grandes aberturas no solo para aliviar a pressão subterrânea.

A Canadian Malartic, no Canadá, começou a operar em 2014 e é operada pela própria empresa, a Canadian Malartic. A produção anual de ouro é de 20 toneladas. O depósito foi descoberto em 1923 e passou a mineração comercial em 2011; desde 2014, a propriedade é compartilhada pela Agnico-Eagle Mines e pela Yamana Gold.

A Boddington, maior mina de ouro da Austrália, é operada pela Newmont Corporation. A produção é de 20 toneladas, com projeção de manter a extração por cerca de 15 anos, diante de estimativas de estoque.

Outros pontos do setor apontam ainda a prática de tokenização como forma de reduzir barreiras de entrada para o ouro, permitindo compras menores e mais gerenciáveis. A tecnologia facilita investimentos com maior liquidez.

Mesmo com o ouro sendo uma reserva de valor estável, sua valorização pode variar em crises econômicas. Em momentos de turbulência, adquirir ouro pode não ser o melhor movimento após o término da crise.

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