- 78,7% dos entrevistados querem trabalhar sob regime CLT, segundo a Serasa Experian.
- Entre os jovens, a preferência pela CLT é alta: 92,6% na Geração Z e 86,8% entre Millennials; cai para 82,9% na Geração X e 50% entre Baby Boomers.
- Entre os Baby Boomers, formatos alternativos ganham espaço: 23,3% trabalham de forma liberal, 16,7% terceirizado e 10% PJ.
- Os principais motivos para permanecer ativo no mercado são: valorização da experiência (39,7%), investimento em saúde e bem‑estar (38,5%) e requalificação (29,5%).
- O estudo Panorama do Trabalho, realizado entre novembro e dezembro de 2025 com 1.521 profissionais, aponta que 69,1% estão abertos a mudar de carreira.
Oito em cada dez brasileiros que buscam emprego preferem vagas com carteira assinada, aponta estudo da Serasa Experian. Mesmo com mudanças nas relações de trabalho, a estabilidade da CLT continua sendo o fator mais valorizado. A pesquisa envolveu profissionais ativos ou em busca de vaga.
Entre os jovens, a preferência pela CLT é ainda mais forte. Geração Z registra 92,6% de preferência, seguida dos Millennials com 86,8%. Já entre a Geração X, o índice fica em 82,9% e entre os Baby Boomers cai para 50%. A partir disso, surgem formatos alternativos com maior adesão entre os mais experientes.
O que é CLT e por que ainda importa
A CLT garante direitos como carteira assinada, férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio. Esses benefícios passam a compor a base de segurança para quem busca estabilidade no mercado de trabalho. O estudo reforça que a CLT continua relevante para a maioria dos trabalhadores.
Mudança de carreira e longevidade no trabalho
69,1% dos brasileiros dizem estar abertos a mudar de carreira nos próximos anos. Entre Baby Boomers, esse percentual chega a 82,3%, maior que o observado entre as demais gerações. A reinvenção profissional acompanha mudanças de prioridades ao longo da carreira.
Fatores que mantêm o trabalhador ativo
Ao pensar no que leva alguém a permanecer no mercado, 39,7% apontam a valorização da experiência. Em seguida, 38,5% citam investimentos em saúde e bem‑estar, e 29,5% mencionam oportunidades de requalificação. Fatores pessoais respondem sozinha por 53,1% da decisão de continuar atuando.
Sobre a pesquisa
O Panorama do Trabalho da Serasa Experian reuniu 1.521 profissionais entre novembro e dezembro de 2025. A amostra é representativa da população pesquisada, com margem de erro de 3%. O levantamento abrange diferentes gerações e regiões do Brasil. Fonte: Serasa Experian.
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