- Scott Kirby, CEO da United Airlines, afirma que fusões de companhias aéreas têm barreira mais alta hoje.
- O setor de fabricação de aviões é praticamente um duopólio entre Boeing e Airbus.
- Existem poucos grandes fornecedores globais de motores comerciais.
- Em dois mil e vinte e um, os dois maiores arrendadores de jatos anunciaram fusão.
- Mesmo com consolidação em outras áreas, unir companhias aéreas que não estejam em dificuldade é complexo.
O CEO da United Airlines, Scott Kirby, aponta para a necessidade de um patamar mais alto de avaliação quando se trata de consolidar o setor aéreo. A visão dele surge em meio a debates sobre fusões entre companhias, com foco na viabilidade e nas consequências regulatórias.
Segundo Kirby, consolidar ainda é um desafio mais complexo no setor de transporte aéreo do que em outros setores. Ele sustenta que, apesar de a indústria favorecer economias de escala, o caminho para fusões envolve barreiras estruturais, operacionais e regulatórias que não existem facilmente para empresas que não enfrentam dificuldades extremas.
A análise ocorre em um contexto em que a indústria de aeronaves é amplamente dominada por um duopólio de fabricantes: Boeing e Airbus. O mercado global de motores comerciais também é concentrado, com poucos fornecedores relevantes. Esses elementos moldam o ambiente em que decisões de fusão precisam ser avaliadas.
Além disso, o mercado de leasing de aeronaves também mostra concentração significativa, como evidenciado pela fusão entre os dois maiores arrendadores de jatos em 2021, o que é citado como indicador de como a consolidação pode impactar o setor como um todo. A discussão sobre fusões continua a ocupar espaço entre reguladores e executivos do setor.
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