- China ampliou a linha de refinanciamento para apoiar inovações tecnológicas e modernização de equipamentos, atingindo 1,2 trilhão de yuans com juros de 1,25%.
- O programa passou a abranger 14 setores, incluindo informação eletrônica, inteligência artificial e instalações de produção e consumo.
- A medida foi anunciada por o Banco Popular da China (PBOC), a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério das Finanças, em comunicado conjunto divulgado na quinta-feira, 30 de abril de 2026.
- A linha de refinanciamento iniciou com 500 bilhões de yuans em abril de 2024, com juros de 1,75%, tendo passado por expansões e redução de juros.
- Além do apoio monetário, há subsídios fiscais: juros subsidiados em 1 ponto percentual, elevando para 1,5 ponto percentual no mês seguinte, com extensão do subsídio a ativos fixos e financiamento para inovação em janeiro de 2026.
A China ampliou um programa de apoio financeiro para estimular inovações tecnológicas e modernização de equipamentos, abrindo espaço para inteligência artificial e pequenas empresas de tecnologia. A medida busca reativar a demanda interna e fortalecer a indústria de alta tecnologia.
Participaram do anúncio o Banco Popular da China (PBOC), a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério das Finanças. O comunicado conjunto ampliou o escopo do programa para 14 setores, incluindo informação eletrônica e instalações de produção para IA.
A linha de refinanciamento totalizou 1,2 trilhão de yuans (cerca de US$ 220 bilhões), com taxa de juros de 1,25%. O montante veio após expansões e reduções desde o lançamento, em abril de 2024, quando era 500 bilhões de yuans a 1,75%.
O objetivo é direcionar crédito a PMEs privadas com Alto investimento em P&D, segundo as diretrizes. Bancos foram orientados a oferecer financiamento para aquisição de equipamentos e software com IA.
Além do apoio monetário, o governo manteve incentivos fiscais: subsídio de juros que começou em 1,0 ponto percentual em 2024, subindo para 1,5 ponto em 2024, com ampliação em 2026 para ativos fixos vinculados à modernização e à inovação tecnológica.
O conjunto de medidas reflete a estratégia de governo e autoridades fiscais para impulsionar a transformação tecnológica da segunda maior economia mundial, buscando eficiência, competitividade e maior base de consumo interno. Esta síntese foi baseada em relatório da Caixin Global, com republicação do Poder360.
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