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Comitiva de empresários busca última cartada para manter a escala 6×1

Comitiva paulista pressiona Congresso para manter escala 6x1, prometendo compensação de perdas e alertando sobre custo municipal em serviços terceirizados

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  • Comitiva de empresários paulistas, liderada pela FecomercioSP, viaja ao Congresso para tentar barrar o fim da escala de trabalho 6×1.
  • Se a mudança passar, haverá cobrança de um modelo de compensação de perdas e defesa da negociação coletiva para manter a escala atual.
  • O grupo destaca que prefeituras, com muitos serviços terceirizados, podem enfrentar aumento de custos e precisarão de recursos para contratos.
  • A caravana conta com ao menos dezoito presidentes de associações e busca encontros com deputados da oposição e com a comissão especial da Câmara.
  • O roteiro inclui o jantar de lançamento de manifesto sobre o Simples Nacional e o MEI, visando dialogar com parlamentares sobre a proposta.

A comitiva paulista de empresários viaja nesta terça-feira ao Congresso Nacional com a meta de impedir a aprovação da proposta de fim da escala de trabalho 6×1. Liderada pela FecomercioSP, a delegação reúne representantes de associações dos setores do comércio e serviços. O objetivo é convencer parlamentares a manter o modelo atual de negociação coletiva.

Acarretando tensão entre setor público e privado, o grupo defende compensações para eventuais prejuízos históricos. A caravana, que envolve pelo menos 18 presidentes de entidades, pretende obter apoio de deputados da oposição e da comissão especial que analisa a PEC que encerra a escala 6×1.

Enfoque e estratégia

Os organizadores destacam que a mudança pode impactar finanças municipais, especialmente por causa de contratos com serviços terceirizados. O argumento sustenta que o custo trabalhista pode aumentar e exigir reajustes em contratos de prefeituras. A mobilização promete mostrar dados sobre impactos financeiros locais.

Além disso, a comitiva sustenta que a jornada trabalhista atual já passou por reajustes via negociação coletiva e que ampliar a fiscalização sobre a escala pode gerar rigidez nas relações de trabalho. Há, ainda, a menção de que haveria necessidade de aporte federal para minorar prejuízos empresariais, conforme participantes.

Agenda e contatos

Participantes planejam reuniões com dirigentes da Câmara, entre eles o presidente da Casa, para insistir na pauta. A comitiva também pretende ampliar o movimento nacional, buscando dirigentes de todos os estados na próxima semana. O grupo participa de um jantar de lançamento de manifesto sobre o Simples Nacional e o MEI, em Brasília, como parte da estratégia de aproximação aos parlamentares.

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