- Genoa Capital afirma que o espaço para corte de juros é residual.
- O sócio e gestor André Raduan aponta assimetria nos preços de ativos em relação às eleições.
- Com a hipótese de reeleição do governo atual, investidores estrangeiros estariam confortáveis, limitando quedas.
- Em caso de vitória da oposição, haveria espaço para melhoria dos preços, com maior conforto dos investidores locais.
- O ambiente atual implica menos margem para redução da Selic pelo Banco Central.
Há uma leitura de assimetria nos preços dos ativos domésticos relacionada às eleições deste ano, segundo Andre Raduan, sócio e gestor da Genoa Capital. A interpretação é de que o cenário atual não deve provocar quedas acentuadas caso o governo permaneça, já que investidores estrangeiros se mostram confortáveis com a reeleição.
Por outro lado, aponta Raduan, há espaço para melhora dos ativos caso a oposição vença, com maior conforto entre investidores locais. A análise sugere que o desenho político eleva a percepção de risco para quem depende de mudanças no cenário macro.
Contexto de juros e ambiente macro
A visão é de que o espaço para cortes adicionais na Selic está reduzido. A Genoa ressalta assimetria entre o ritmo de preços dos ativos e a possibilidade de novas medidas do Banco Central, diante de um ambiente de menor margem para ajuste monetário.
A avaliação se baseia na percepção de que o cenário eleitoral influencia a resposta de grandes players, especialmente em setores sensíveis a juros e política fiscal. As informações refletem a leitura de um gestor de carteira sobre o humor do mercado.
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