- A WideLabs busca captar US$ 50 milhões de fundos estrangeiros, em estágio avançado de negociação, com anúncio previsto para o começo de julho.
- Em 2025, a empresa levantou 20 milhões de reais em rodada com investidores locais.
- Os recursos devem apoiar a expansão na América Latina, onde já atende Chile e El Salvador.
- Está prevista a abertura de um escritório em Portugal.
- Há negociações em andamento com uma companhia do setor de cibersegurança, além de possíveis aquisições.
WideLabs busca captar 50 milhões de dólares de fundos estrangeiros. A empresa brasileira, criada pelo empreendedor Nelson Leoni para desenvolver ferramentas de inteligência artificial, está em estágio avançado de negociação. O anúncio oficial sobre o aporte deve ocorrer no início de julho. Em 2025, a companhia levantou 20 milhões de reais em uma rodada com investidores locais.
Os recursos devem abastecer a expansão da atuação da WideLabs na América Latina, com clientes já atendidos no Chile e em El Salvador. Também prevê a abertura de um escritório em Portugal e possíveis aquisições. Além disso, há negociações em curso com uma empresa do setor de cibersegurança, segundo fontes envolvidas no tema.
A companhia atua no desenvolvimento de soluções de IA voltadas a clientes corporativos. O objetivo principal é ampliar a presença regional da WideLabs, fortalecendo operações já existentes e explorando oportunidades de mercado fora do Brasil. A captação busca acelerar o ritmo de crescimento e ampliar a oferta de produtos.
Expansão e próximos passos
O aporte, caso confirmado, deve permitir a abertura do escritório europeu e o fortalecimento de parcerias estratégicas na região. A WideLabs não informou o cronograma de implementação das iniciativas nem detalhou as condições do possível acordo com a empresa de cibersegurança. As negociações continuam em sigilo. Sources próximas ao processo apontam que a due diligence permanece em andamento.
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