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Dólar fecha em R$ 4,91, menor patamar desde início de 2024

Dólar fecha em R$ 4,912, menor desde janeiro de 2024, com ata do Copom e recuo do petróleo; Ibovespa sobe 0,62%

Moeda norte-americana fechou em queda de 1,12% nesta 3ª feira (5.mai.2026)
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  • O dólar fechou em R$ 4,912, queda de 1,12%, menor patamar desde janeiro de 2024, com máxima de R$ 4,953 e mínima de R$ 4,906.
  • O Ibovespa subiu 0,62%, encerrando aos 186.753,82 pontos.
  • A ata do Copom indicou piora do ambiente econômico e das expectativas de inflação em função do conflito no Oriente Médio; o BC manteve a taxa em 14,5% ao ano, sem sinal de novos cortes.
  • O prêmio de juros entre Brasil e Estados Unidos favoreceu operações de carry; o Brasil, exportador de petróleo, recebeu influxo de dólares ante o cenário de maior apetite ao risco e queda do Brent.
  • O petróleo Brent caiu 3,75%, para US$ 110, com sinais de continuidade de cessar-fogo entre EUA e Irã.

O dólar fechou em queda de 1,12% nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, cotado a R$ 4,912. O patamar marca o menor nível desde janeiro de 2024. Durante a sessão, a moeda oscilou entre R$ 4,906 e R$ 4,953.

O Ibovespa, principal indicador da B3, avançou 0,62%, fechando aos 186.753,82 pontos. Entre as 31 moedas mais líquidas, o real teve a maior valorização contra o dólar no dia.

O mercado acompanhou a ata do Copom, divulgada pelo Banco Central, que apontou piora do ambiente econômico e das expectativas de inflação em função do conflito no Oriente Médio. O Copom manteve a taxa básica em 14,5% ao ano, embora tenha cortado o juro em 0,25 p.p. na última decisão, sem sinal de novas reduções.

Além disso, o diferencial de juros entre Brasil e EUA sustentou operações de carry, com investidores aproveitando o custo mais baixo de capital em dólares para aplicar no país com a taxa mais elevada. A commodity brasileira ganha ainda impulso com a alta de commodities.

O Brent caiu 3,75%, para US$ 110 o barril, mantendo-se em patamar elevado. O recuo está ligado a sinais de continuidade do cessar-fogo divulgados por EUA e Irã, apesar da persistência de volatilidade no mercado de petróleo.

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