- Fernanda Alcântara, terapeuta ocupacional com 23 anos de experiência na área e 18 em Brasília, uniu prática clínica, formação contínua e gestão estratégica para criar a rede Reabilitar e Recuperar, voltada a ombro, cotovelo e mão.
- A rede começou com um centro especializado e já opera quatro unidades, sendo reconhecida pela condução de casos complexos e pela consistência dos resultados clínicos.
- O modelo é sustentado por três pilares centrais — ética, liderança e propósito — e investe no desenvolvimento de pessoas como estratégia para manter qualidade e eficiência na reabilitação.
- O grupo estratégico G6, formado por Fernanda e os integrantes Tiago, Ricardo, Carla, Ariane e Mariana, com seis membros, sustenta o crescimento da rede sem comprometer o padrão técnico.
- O objetivo é consolidar o modelo como referência nacional, estruturando um sistema replicável com domínio técnico, cultura forte e liderança, além de investir em tecnologia e recursos personalizados como órteses sob medida.
Fernanda Alcântara transformou a prática clínica em um modelo de gestão voltado para alta performance e padronização de resultados na reabilitação do membro superior. A terapeuta ocupacional, com 23 anos de experiência, tem atuado há 18 anos em Brasília, após boa parte da carreira em Goiânia.
A partir de uma lacuna identificada no mercado, ela criou o primeiro centro especializado em ombro, cotovelo e mão. O projeto evoluiu para uma rede com quatro unidades, batizada de Reabilitar e Recuperar, reconhecida pela condução de casos complexos e pela consistência clínica.
A expansão é sustentada por três pilares: ética, liderança e propósito. Com isso, a rede investe na formação contínua de profissionais para além da execução técnica, buscando retorno funcional e autonomia do paciente. A abordagem prioriza a recuperação funcional aliada à eficiência no tempo de reabilitação.
G6: grupo estratégico de liderança
O crescimento é viabilizado por o grupo G6, composto por Fernanda e cinco profissionais: Tiago, Ricardo, Carla, Ariane e Mariana. Eles atuam como sócios e fortalecem a cultura organizacional, mantendo o padrão clínico e a visão de longo prazo.
O modelo privilegia formação de leaders internos e replicação de competências, não apenas abertura de unidades. Os integrantes do G6 são responsáveis por disseminar técnicas, orientar decisões clínicas e sustentar a qualidade do atendimento.
No front clínico, a rede oferece avaliação criteriosa dos pacientes, considerando lesões, rotina, funcionalidade e objetivos ocupacionais. A finalidade é devolver autonomia, facilitar o retorno ao trabalho e à identidade profissional.
Casos reais ilustram o sucesso do método: um piloto com amputação do antebraço reintegrado ao trabalho após reimplante e reabilitação intensiva, em parceria com cirurgiões especializados. Houve reabilitação precoce e acompanhamento multidisciplinar.
A inovação tecnológica também compõe o modelo, com órteses sob medida e recursos personalizados que agilizam a recuperação. A rede vem investindo nesse eixo para ampliar a eficiência do tratamento.
Com quatro unidades em funcionamento e demanda crescente, Fernanda planeja consolidar o modelo como referência nacional. O objetivo é estruturar um sistema replicável, apoiado por domínio técnico, cultura forte e liderança capacitada, mantendo o foco em resultados.
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