- O Banco Central de Israel afirmou que a decisão da Autoridade de Concorrência foi “extrema e desproporcional” após a medida de classificar os cinco maiores bancos do país como oligopólio.
- A disputa envolve a classificação como “grupo de concentração”, que amplia a jurisdição sobre as operações de varejo dos bancos e aumenta a supervisão.
- A Autoridade de Concorrência busca ampliar o escrutínio das atividades dos bancos, sob o argumento de reduzir concentrações de mercado.
- O Banco Central disse que a decisão pode impactar a regulação financeira e o funcionamento do sistema bancário nacional.
O Banco de Israel criticou uma decisão do órgão de defesa da concorrência, dizendo que foi extrema e desproporcional. O motivo é a classificação de uma oligopólio para os cinco maiores bancos do país.
Segundo a Autoridade de Concorrência, a medida os classificaria como um grupo de concentração, abrindo jurisdição sobre as operações de varejo dos bancos e aumentando a supervisão do próprio banco central.
A instituição central israelense afirmou que a classificação altera o equilíbrio regulatório já existente, com impactos a serem avaliados nos mercados financeiros e de crédito do país. A disputa envolve as duas entidades e, para o momento, não houve alterações operacionais anunciadas.
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