- Bruno Garfinkel, presidente do conselho da Porto, é piloto da Porsche Cup e surfista desde a adolescência, usando o esporte como laboratório de aprendizado para negócios.
- Em entrevista ao Bravamente, mostrou Carlos Burle na pista, invertendo papéis para evidenciar leitura de risco, controle emocional e decisão sob pressão.
- Enxerga no ato de acelerar e frear uma metáfora de gestão: avançar com estratégia, mas saber quando segurar.
- Evita atalhos que comprometam a cultura da Porto; recentemente recusou projeto no mercado de investimentos por promessas sem fundamento.
- Foca em comportamento e cultura empresarial, tratando a Porto como plataforma de valores que envolve funcionários, corretores, prestadores de serviço e clientes; admite desafio pessoal na paternidade e o medo de não merecer suas conquistas.
Bruno Garfinkel, presidente do conselho da Porto, participou de uma experiência inusitada ao receber o surfista Carlos Burle em uma etapa da Porsche Cup. O encontro ocorreu na pista de competição, com o objetivo de testar leitura de risco e tomada de decisão sob pressão.
O piloto da Porsche Cup e surfista desde a adolescência utiliza o esporte como laboratório de erro e evolução. Em paralelo, ele equilibra decisões estratégicas da Porto, companhia com dezenas de milhares de funcionários.
Na entrevista, Garfinkel mostrou que velocidade, controle e paciência são lições que se aplicam à gestão. Segundo ele, acelerar e frear ajudam a definir quando avançar ou segurar em projetos corporativos.
Desafios da gestão em empresas
O executivo relatou que evita atalhos que comprometam a cultura da Porto. Em recente episódio, recusou um investimento por promessas sem fundamento, preservando a confiança construída pela empresa.
A visão dele privilegia comportamento e cultura acima de números. Empresas são plataformas de valores que impactam funcionários, corretores, prestadores de serviço e milhões de clientes.
Vida pessoal e busca por equilíbrio
Garfinkel, pai de dois adolescentes, admite que a paternidade expõe fragilidades não presentes no mundo corporativo. Após anos com postura rígida, busca hoje menos cobrança e mais presença.
Entre as inquietações que o movem, destaca o medo de não merecer. O objetivo é sentir que cada conquista resulta de esforço, planejamento e consistência.
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