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Durigan nega que Desenrola fomente cultura de calote

Durigan sustenta que Desenrola 2 não cria cultura de calote; renegocia dívidas recentes até dois anos em noventa dias para quem ganha até cinco salários mínimos

O ministro Dario Durigan, durante entrevista ao programa Bom dia, Ministro
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que o Desenrola 2 crie uma cultura de calote e afirmou que o programa é temporário, com duração de 90 dias.
  • O Desenrola 2 entrou em vigor em 5 de maio de 2026 e permite renegociar dívidas bancárias de pessoas com renda de até 5 salários mínimos (R$ 8.100 por mês).
  • O foco é renegociar débitos recentes, com atraso de 90 dias a 2 anos, principalmente de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia.
  • Durigan disse que o objetivo é organizar as contas, reduzir a inadimplência e baixar o custo do crédito.
  • O governo avalia uma segunda rodada para adimplentes com juros altos, com prioridade para trabalhadores informais, com anúncio previsto para fim de maio ou começo de junho.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Desenrola 2 não promoverá uma cultura de calote no país. Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, no Canal Gov, ele reforçou que o programa tem duração limitada a 90 dias e busca renegociar dívidas pós-pandemia.

Durigan explicou que a primeira edição do Desenrola atacou dívidas antigas de inadimplentes, enquanto a nova rodada focaliza débitos recentes, com atraso entre 90 dias e até 2 anos. As dívidas contempladas costumam ser de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia.

O objetivo, segundo o ministro, é organizar as finanças dos cidadãos e reduzir o custo do crédito. A expectativa é que menos inadimplentes resultem em menores juros para o conjunto do sistema financeiro, mantendo o foco na viabilidade das famílias.

O governo também sinalizou o estudo de uma linha de renegociação voltada a adimplentes com juros altos. O público prioritário deve incluir trabalhadores informais, conforme Durigan, que ressaltou a ausência de renda fixa entre esse grupo.

Outra etapa prevista pelo governo deve ser anunciada no fim de maio ou no começo de junho. O objetivo é ampliar a renegociação para quem está em dia, mas com encargos elevados, especialmente para informais.

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