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Governo recorre de decisão do TCU que suspendeu crédito consignado do INSS

Governo recorre de decisão do TCU que suspendeu crédito consignado do INSS, citando indícios de fraudes, vazamento de dados e falhas de controle

Para o governo, TCU adotou 'medida drástica' ao suspender o consignado do INSS
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  • O governo federal recorreu da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu de imediato novas concessões de crédito consignado nas modalidades cartão de crédito e cartão consignado de benefício do INSS.
  • O TCU também determinou a interrupção de novos empréstimos pessoais consignados até que haja travas e mecanismos de controle no sistema de e-Consignado.
  • A Corte apontou indícios relevantes de fraudes e falhas no controle das operações vinculadas a benefícios do INSS, além de suspeitas de vazamento de dados de aposentados e pensionistas.
  • O governo entrou com agravo na terça-feira, 5, pedindo efeito suspensivo à decisão do TCU.
  • A ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, afirmou que houve “medida drástica” do TCU e que seis das oito medidas solicitadas já estão quase prontas para implementação pela Dataprev, restando duas que dependem dos bancos.

O governo federal recorreu da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que ordenou a suspensão imediata de novas concessões de crédito consignado para benefícios do INSS, incluindo cartão de crédito e cartão consignado. A medida foi anunciada em Brasília.

O TCU afirmou ter identificado indícios relevantes de fraudes e falhas no controle das operações vinculadas a benefícios do INSS. Também houve suspeita de vazamento de dados de aposentados e pensionistas, além de irregularidades em empréstimos consignados.

Na terça-feira, 5, o governo protocolou agravo com pedido de efeito suspensivo sobre a decisão. A informação foi publicada pelo Valor Econômico e confirmada pelo Estadão/Broadcast.

Medidas em discussão

O TCU determinou interromper novos empréstimos pessoais consignados até que haja implementação de travas e mecanismos de controle no sistema e-Consignado. A ministra Miriam Belchior afirmou que o tribunal adotou medida drástica ao suspender o consignado do INSS.

Ela informou que seis das oito medidas solicitadas pelo TCU já estão próximas de ser concluídas pela Dataprev, e as duas restantes dependem de bancos. O governo ressalta avanços já alcançados na regularização.

A decisão do TCU foi tomada após representação do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU) sobre vazamento de dados sigilosos e práticas abusivas em empréstimos consignados. O governo diz trabalhar para cumprir as exigências.

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Governo recorre de decisão do TCU que suspendeu crédito consignado do INSS

Governo recorre de decisão do TCU que suspendeu novas concessões de crédito consignado do INSS, citando fraudes, vazamento de dados e falhas de controle

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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  • Governo recorreu da decisão do Tribunal de Contas da União que suspendeu, de forma imediata, novas concessões de crédito consignado do INSS nas modalidades cartão de crédito e cartão consignado.
  • TCU apontou indícios relevantes de fraudes e falhas graves no controle das operações ligadas a benefícios do INSS, além de suspeitas de vazamento de dados de aposentados e pensionistas.
  • A corte também determinou a interrupção de novos empréstimos consignados até que haja travas e mecanismos de controle no sistema e-Consignado.
  • O governo apresentou agravo com pedido de efeito suspensivo na decisão, e a ministra Miriam Belchior afirmou que há avanço em atender parte das exigências do TCU, com seis das oito medidas já prontas para implementação pela Dataprev.
  • A medida decorre de representação do Ministério Público junto ao TCU sobre irregularidades envolvendo vazamento de dados e práticas abusivas em empréstimos consignados.

O governo federal recorreu da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu novas concessões de crédito consignado nas modalidades de cartão de crédito e cartão consignado de benefício. A medida do TCU veio após a identificação de indícios relevantes de fraudes e falhas de controle envolvendo operações vinculadas ao INSS.

A decisão também interrompeu empréstimos pessoais consignados até que haja implementação de travas e mecanismos de controle no sistema e-Consignado. A suspensão abrange tanto novos contratos quanto a renovação de linhas já existentes, conforme apurado pela corte de contas.

Segundo o governo, a suspensão foi considerada drástica pelo TCU, e, ainda assim, parte das exigências já havia sido atendida pela administração pública. A ministra Miriam Belchior afirmou que seis das oito medidas solicitadas já estão em andamento pela Dataprev, com duas dependentes dos bancos.

Medidas do TCU e desdobramentos

A decisão do TCU resulta de representação do Ministério Público junto ao tribunal (MPTCU) sobre vazamento de dados sigilosos de aposentados e pensionistas, além de práticas abusivas em crédito consignado. A Corte pediu ações para impedir novas operações enquanto não forem fortalecidos os mecanismos de segurança.

A Procuradoria trabalha com a possibilidade de recursos, enquanto o governo afirma ter avançado com soluções para mitigar falhas. A avaliação do tribunal envolve controles de acessos, melhoria de cruzamentos de dados e comunicação entre sistemas. As mudanças aguardam implementação prática pelas instituições envolvidas.

Ação do governo e próximos passos

O governo protocolou agravo com pedido de efeito suspensivo na decisão do TCU na terça-feira, 5. A iniciativa visa manter operações em andamento enquanto se consolidam as medidas solicitadas pela corte.

Entre as instituições envolvidas, além do INSS, aparecem a Dataprev e bancos parceiros. A expectativa é que as mudanças elevem a segurança de dados, reduzindo riscos de novidade de fraudes e uso indevido de informações de aposentados e pensionistas.

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