- Banco Central promoverá entre 13 e 15 de maio, em Brasília, a quarta edição de sua Conferência Anual, com foco em criptomoedas, inteligência artificial e novas tecnologias no sistema financeiro.
- O evento ocorre em meio a avanços da regulação de ativos digitais no Brasil, com normas recentes para prestadoras de serviços de ativos virtuais, governança e segurança cibernética.
- A agenda oficial aponta criptomoedas, stablecoins e CBDCs como temas estratégicos, com painéis sobre dívidas tokenizadas e liquidez concentrada, incluindo participantes de universidades internacionais.
- A inteligência artificial terá espaço na programação, com debates sobre usos de IA na detecção de fraudes, análise econômica e monitoramento de políticas monetárias.
- O BC utiliza a conferência como indicador das prioridades regulatórias e tecnológicas, ressaltando a importância de blockchain, IA e moedas digitais no futuro do sistema financeiro brasileiro.
A conferência anual do Banco Central volta a reunir especialistas em Brasília para discutir criptomoedas, IA e novas tecnologias financeiras. O evento ocorre entre 13 e 15 de maio e reúne pesquisadores, acadêmicos e representantes do mercado.
O BC tem ampliado a regulação de ativos digitais, com normas para PSAVs que tratam de autorização, governança, compliance e segurança cibernética. A iniciativa sinaliza a reconfiguração do cenário regulatório brasileiro para o setor.
A agenda do BC evidencia o tema como prioridade estratégica, com referências à IA, big data e blockchain. Pesquisadores do próprio banco, universidades e instituições estrangeiras participam dos debates.
Temas-chave: moedas digitais, CBDCs e IA
Painéis do segundo dia discutem moedas digitais, dívidas tokenizadas, CBDCs e liquidez concentrada, incluindo participantes internacionais. Também haverá debates sobre o uso de IA para monitorar mercados e detectar fraudes.
A agenda destaca aplicações de IA na detecção de fraude, análise macroeconômica e comunicação de política monetária. Espera-se a presença de especialistas do BC, do Federal Reserve e do Insper para intermediações técnicas.
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