- Chianti DOCG criará a categoria Chianti Rosé, com regras próprias, liberação prevista para 1 de dezembro do ano de colheita e possibilidade de designação de subzonas; o governo específico não se aplica a Rosé e o uso de garrafas tipo fiasco permanece permitido apenas para tintos.
- O teor mínimo de Sangiovese nas vinhas será reduzido de 70% para 60%, com Cabernet até 15% no conjunto, sendo 10% permitido na subzona Colli Senesi.
- Será criada a subzona Terre di Vinci, com delimitação geográfica definida.
- Densidade de plantio mínima passará a 4.100 vinhedos por hectare, subindo para 4.500 na subzona Rufina; sistema de condução tendone é proibido; irrigação emergencial permitida; perdas de rendimento atingirão apenas a parcela excedente, não o lote inteiro.
- Mudanças administrativas e analíticas: supervisão pelo Ministério competente em vez de órgão específico; acidez mínima reduzida e extrato seco mínimo aumentado para algumas categorias; Rosé terá perfis organolépticos mais bem definidos para diferenciá-lo dos tintos.
O Conselho de Chianti DOCG anunciou uma revisão ampla de suas regras de produção, incluindo uvas, vinificação de rosé, manejo de vinhedos e estrutura administrativa. As alterações representam a revisão mais significativa dos padrões da região nos últimos anos.
Entre as mudanças, destaca-se a criação oficial da tipologia Chianti Rosé, com regras próprias de vinificação, data de lançamento inicial em 1º de dezembro do ano da colheita e elegibilidade para designações de sub-região. O método governo all’uso Toscano fica proibido para este estilo, e o uso da garrafa fiasco continua permitido apenas para tintos.
Nova tipologia Rosé e mudanças de composição
A Sangiovese passa a exigir mínimo de 60% em blends, ante 70% antes. Cabernet varia até 15% no total, com teto de 10% na sub-região Colli Senesi. Foi criada a subzona Terre di Vinci, com delimitação geográfica definida, para refletir a diversidade territorial.
Padronizações de vinhedo e produção
A densidade mínima de plantio sobe para 4.100 plantas por hectare, chegando a 4.500 em Rufina. O sistema de condução tendone é proibido. Irrigação de emergência é permitida, desde que não haja prática que force a produção.
Regras de rendimento e ajustes analíticos
A regra de rendimento permite maior flexibilidade; o excesso acima da cota não acarreta perda de indicação de origem para o lote inteiro, apenas para a parte excedente. Acidez mínima é reduzida e o teor de extrato seco, aumentado em categorias específicas.
Tendências organoléticas e administrativa
Perfis organolépticos foram ajustados para diferenciar claramente o Rosé da linha de tintos. Não haverá mais nomeação de um órgão de controle específico; a supervisão ficará a cargo do Ministério competente e constará em lista oficial.
Impulsionando exportações e implementação
O texto em tramitação segue para o processo formal de aprovação. Caso seja adotado, o Chianti ganhará maior flexibilidade na vinícola e no vinhedo. A categoria Rosé reconhecida abre nova via comercial, especialmente em mercados do Reino Unido e exportações em geral.
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