- Jaíba abriga o maior perímetro irrigado em área contínua da América Latina, entre os rios São Francisco e Verde Grande, com irrigação por gotejamento e microaspersão; é o maior produtor de banana-prata do Brasil e exporta manga e limão para 36 países, gerando cerca de 45 mil empregos.
- No semiárido mineiro, cacau é plantado com irrigação controlada; Jaíba lidera a produção estadual com 580 hectares cultivados, compensando a falta de chuvas e reduzindo pragas em climas mais secos.
- Em Salinas, a cachaça tem selo de Indicação Geográfica desde 2012; produção supera 5 milhões de litros por ano, com foco em embalagens premium e edições especiais como Havana, que podem custar até R$ 1 mil.
- O principal desafio é a logística de transporte; BR-251 tem acidentes frequentes e más condições, faltam malha ferroviária e transportadores de produtos frágeis, elevando prejuízos em engradados de cachaça premium.
- Existem incentivos para investir no norte de Minas, com redução de 75% do Imposto de Renda e juros mais baixos; mudanças na lei estadual facilitam regularização de terras e acesso a crédito para agricultura 4.0.
O polo de Jaíba abriga o maior perímetro irrigado contínuo da América Latina, entre os rios São Francisco e Verde Grande. Tecnologias como gotejamento e microaspersão impulsionam a produção na região. O objetivo é ampliar a produção de frutíferos irrigados.
A região tornou-se o maior produtor de banana-prata do Brasil e exporta manga e limão para 36 países da Europa e da Ásia. O modelo gera aproximadamente 45 mil empregos diretos e indiretos.
Além das bananas, a região investe no cacau em pleno semiárido mineiro. Jaíba lidera a produção estadual, com 580 hectares plantados, beneficiados pela irrigação controlada que compensa a baixa umidade e reduz pragas típicas de climas úmidos.
Diferencial da cachaça de Salinas
Salinas investe no valor agregado e no selo de Indicação Geográfica, vigente desde 2012. A produção supera 5 milhões de litros anuais, com foco em embalagens premium que lembram uísque. Edições especiais chegam a custar até R$ 1 mil.
Desafios logísticos
A logística de transporte é o principal entrave. A BR-251, via de escoamento, apresenta acidentes frequentes e más condições, colocando em risco cargas sensíveis, como vidro de cachaça. A ausência de ferrovias agrava o problema.
Incentivos para investidores
A região oferece benefícios fiscais, como redução de 75% no Imposto de Renda, além de juros mais baixos. Mudanças na lei estadual facilitam regularização de terras e acesso a crédito para a agricultura 4.0.
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