- Em abril, o Omoda 5 HEV, SUV híbrido da Omoda & Jaecoo, ultrapassou o Toyota Yaris Cross, com 1.871 unidades emplacadas ante 1.838 do rival.
- A vantagem foi suficiente para o Omoda 5 liderar o segmento de híbridos plenos no Brasil.
- O Omoda 5 oferece 224 cavalos de potência combinada, frente a 111 cv do Yaris Cross híbrido.
- A estratégia das chinesas envolve mais equipamentos, motor mais forte e tecnologia, com preço próximo ou inferior aos concorrentes tradicionais.
- A fabricante também confirmou planos de produção nacional na antiga fábrica da Jaguar Land Rover, em Itatiaia (Rio de Janeiro), com futuros modelos híbridos adaptados ao sistema flex.
A disputa no mercado brasileiro de híbridos ganhou um novo capítulo em abril, com o Omoda 5 HEV, da chinesa Omoda & Jaecoo, ultrapassando o Toyota Yaris Cross em emplacamentos. O dado é da ABVE e mostra o híbrido pleno mais vendido do mês, com 1.871 unidades contra 1.838 do rival japonês.
A diferença foi estreita, mas suficiente para colocar a marca recém-chegada à frente de uma das veteranas do setor. O Omoda 5 tem desenho híbrido mais potente e tecnologia avançada, elevando o patamar entre os SUVs conectados ao mercado brasileiro.
O veículo chinês entrega 224 cavalos de potência combinada, frente a 111 cv do Yaris Cross. A estratégia das fabricantes chinesas inclui maior equipamento, desempenho superior e tecnologia, alinhados a faixas de preço competitivas.
Mudança de cenário no mercado de híbridos
Otimismo entre consumidores cresce conforme marcas chinesas ampliam presença. Fóruns e redes sociais passaram de discussões sobre origem para comparações diretas de desempenho, consumo e acabamento entre modelos.
Há ainda dúvidas sobre pós-venda, disponibilidade de peças e revenda, especialmente por serem empresas com operação recente no Brasil. Mesmo assim, números de vendas indicam adoção crescente dessas marcas.
Planos de produção e expansão no Brasil
A Omoda confirmou intenção de produção nacional na antiga fábrica da Jaguar Land Rover, em Itatiaia, RJ. A operação deverá incluir modelos híbridos adaptados ao sistema flex, ampliando a linha de montagem local.
O movimento acontece em meio a um cenário de eletrificação e busca por maior eficiência. A competição entre marcas tradicionais e novas empresas chinesas tende a ficar mais acirrada nos próximos anos.
Entre na conversa da comunidade