- O projeto Vigneron Avenir, iniciado em 2024, promove o mecenato entre grandes châteaux da região de Bordéus e pequenos produtores em dificuldade, oferecendo até um ano de mentoria em competências e rede de contatos, não aporte financeiro direto.
- As quatro propriedades fundadoras — Cheval Blanc, Lafite Rothschild, Petrus e Yquem — buscam apoiarvinhedos iniciantes ou com problemas para fortalecer a viticultura local e o posicionamento do território bordalês.
- Em 2025, a iniciativa selecionou quatro domínios para a primeira turma de acompanhamento; um deles foi o Château Grand Maison, que recebeu apoio para readequar o vinhedo e a comunicação, contribuindo para melhorar a qualidade e as possibilidades de exportação.
- A edição de 2026 já tem alinhavada a participação de Château de la Grenière, com Petrus como padrinho, buscando exportação e revisão de plantações; Haut-Rian e Entre-deux-Mers também integram a lista, com projetos de diversificação que incluem viticultura e panificação.
- Além disso, Yquem apoiará Hostens-Picant na parte de vinhos brancos, enquanto Doyac, no Haut-Médoc, recebe acompanhamento de Lafite Rothschild para o desenvolvimento de uma nova cuvée e a coesão da linha de produtos.
Le projet Vigneron Avenir, baseado em mentoria, conecta viticultores iniciantes ou em dificuldade a grandes châteaux do Bordélais. A ideia é compartilhar conhecimento por um ano, não oferecer dinheiro.
Criado em 2024 pelos châteaux Cheval Blanc, Lafite Rothschild, Petrus e Yquem, o programa seleciona quatro vignerons por edição. A atuação mira viabilidade econômica, singularidade e impacto ambiental.
A responsável pelo projeto, Olivia Gagey, afirma que a iniciativa atende às necessidades atuais do setor e evita apoiar sem diagnóstico adequado. Nicolas Corporandy, do Cheval Blanc, reforça o apoio técnico.
Guillaume Pouvaret, proprietário do Grand Maison, integra a primeira turma que recebeu orientação de Cheval Blanc em 2025. Ajudas foram concentradas na vinha e na comunicação do domínio.
As mudanças envolveram redução de área plantada e melhoria na qualidade dos vinhos. A parceria inclui revisão de estratégias de exportação e posicionamento de marca.
O acompanhamento é descrito como de longo prazo. Segundo os organizadores, a atuação não será dominante, permitindo aos domaines parrain alinhavar novos projetos anualmente.
A edição de 2026 já está definida. A Grenière, da appellation Lussac Saint-Émilion, será orientada por Petrus, com foco em exportação e replantio.
Haut-Rian, na Côtes de Bordeaux, e Entre-deux-Mers integram a lista de participantes, com planos de diversificação que incluem viticultura e boulangerie.
Entre os projetos, está a ideia de usar trigo como levure para o vinho e vender pães em uma viti-boulangerie, conforme explicado pela coordenação do programa.
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