- Dólar fechou em leve alta de 0,09%, cotado a R$ 4,896, com máxima de R$ 4,916 e mínima de R$ 4,889.
- Ibovespa caiu 0,86%, aos 180.342,33 pontos, com desempenho misto nas bolsas internacionais.
- Petrobras teve queda de 1,62% após o balanço do primeiro trimestre ficar abaixo das expectativas.
- Petróleo Brent subiu mais de 3%, acima de US$ 107 por barril, com perspectivas de cessar-fogo entre EUA e Irã pouco alteradas.
- No Brasil, IPCA de abril subiu 0,67% mensal, encerrando com alta anual de 4,39%; nos EUA, o CPI avançou 3,8% na base anual.
O dólar fechou em leve alta nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, impulsionado pela valorização do câmbio frente a divisas. O valor de fechamento ficou em R$ 4,896, com máxima de R$ 4,916 e mínima de R$ 4,889 durante o dia. A sessão teve influência de dados econômicos locais e externos.
O Ibovespa recuou 0,86%, aos 180.342,33 pontos. Entre os longevo-mais negociados, Petrobras (PETR4) caiu 1,62% após o balanço do 1º trimestre. Itaú também pressionou o índice, em meio a resultados de bancos e avaliação de lucros futuros após o desempenho recente.
O desempenho internacional mostrou o dólar fortalecendo-se frente a uma cesta de moedas, com o índice DXY em alta de 0,42%. O petróleo Brent subiu mais de 3%, acima de US$ 107 por barril, sustentado pela expectativa de menor probabilidade de cessar-fogo entre EUA e Irã.
Inflação no Brasil e nos EUA
No Brasil, o IPCA de abril avançou 0,67% na margem, ainda assim mantendo a inflação em 12 meses em 4,39%, próximo ao teto da meta do BC. Nos EUA, o CPI avançou 3,8% no acumulado anual, apesar de desaceleração mensal. Ler mais sobre impactos onerosos de energia e combustíveis.
No cenário de commodities, além do petróleo, a pressão de energia e combustíveis permaneceu nos preços ao consumidor. No Brasil, alimentos também contribuíram para a inflação de curto prazo, segundo os dados divulgados.
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