- O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,72% em abril, contra 0,37% em março, segundo o IBGE.
- O custo nacional da construção passou de R$ 1.932,27 por metro quadrado, em março, para R$ 1.946,09 em abril; dos quais R$ 1.098,80 são de materiais e R$ 847,29 de mão de obra.
- Em doze meses, a inflação da construção chegou a 7,01%, acima do registrado nos doze meses anteriores (6,73%).
- No ano, o índice avançou 2,89%, com 0,68% em abril de 2025 (referência anual anterior).
- Regiões: Nordeste liderou com 0,98% (Maranhão, 2,99%), seguido por Norte (0,58%), Sudeste (0,66%), Sul (0,61%) e Centro-Oeste (0,42%). Além disso, Acre teve a maior variação mensal em abril, 3,89%, com aumento ligado a acordos coletivos.
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,72% em abril, segundo o IBGE, mantendo o ritmo acelerado no setor. O indicador mostra inflação da construção acima de março (0,37%), com alta de 0,35 p.p. em relação ao mês anterior.
O custo nacional da construção passou de R$ 1.932,27 por metro quadrado, em março, para R$ 1.946,09 em abril. Desse total, R$ 1.098,80 dizem respeito aos materiais e R$ 847,29 à mão de obra.
No acumulado de 12 meses, a inflação da construção chegou a 7,01%, acima do registrado nos doze meses anteriores (6,73%). No ano, o índice avança 2,89%, e em abril de 2025 havia sido de 0,46%.
Composição do custo e variações
Os materiais apresentaram alta de 0,83% em abril, mantendo elevação similar ante março (0,43%) e abril de 2025 (0,31%). A mão de obra subiu 0,57%, com reajustes que elevaram a variação de março para abril.
Em comparação anual, a mão de obra registrou 0,68% em abril de 2025, mas caiu 0,11 ponto percentual frente a 2026. Do início do ano até abril, materiais cresceram 1,90% e mão de obra, 4,19%.
Regiões e destaques locais
A região Nordeste registrou a maior variação mensal em abril, 0,98%, com destaque para o Maranhão, que avançou 2,99%. Os demais resultados ficaram em 0,58% (Norte), 0,66% (Sudeste), 0,61% (Sul) e 0,42% (Centro-Oeste).
Entre estados, o Acre teve a maior variação mensal, 3,89%, impulsionado por acordo coletivo. O Maranhão ficou em segundo, com alta de 2,99% sob as mesmas condições.
Entre na conversa da comunidade