- Treeal e Teros trabalham para viabilizar pagamento com a palma da mão por meio de open finance e Pix automático, após pilotos, em fase de estrutura comercial.
- O projeto prevê um fundo inicial de R$ 50 milhões para operação de crédito e a distribuição de 100 mil dispositivos pelo país.
- O onboarding único integra cadastro, consentimento e decisão de crédito, conectando identidade, dados e pagamento em uma única jornada.
- Positivo Tecnologia lançou nova geração de maquininhas com biometria da palma da mão; Ingenico realizou testes no Brasil com a Cielo em Barueri, com cerca de 70 participantes.
- A ideia é que a palmografia funcione como validador de identidade, aumentando precisão e segurança e, conectada ao Pix, permita pagamentos sem necessidade de cartão.
O que aconteceu: a Treeal, empresa de meios de pagamento, fechou parceria com a Teros, especializada em open finance, para viabilizar pagamentos por palma da mão. A iniciativa está em fase de estruturação comercial, após pilotos realizados.
Quem está envolvido: a Treeal lidera a solução, com apoio da Teros. O projeto promete integrar cadastro, consentimento, dados e decisão de crédito de modo escalável, conectando identidade, dados e pagamento.
Quando e onde: a colaboração é brasileira, com trabalhos em andamento após pilotos concluídos. O objetivo é ampliar o uso da palma da mão como método de pagamento no varejo nacional.
Como funciona: a palma de mão atuaria como validador de identidade numa jornada de pagamento, com leitura de superfície e das veias internas, aumentando precisão e segurança em relação a soluções anteriores.
Por quê: a proposta busca reduzir etapas e tornar a experiência de compra mais fluida, conectando cadastro, consentimento e crédito em uma única jornada, via open finance.
Avanços e concorrência
No cenário recente, a Positivo Tecnologia lançou maquininhas com biometria de palma para reduzir fricções. A empresa aposta em tornar a palma um método mais prático que o reconhecimento facial.
A Ingenico, em parceria com a Cielo, concluiu testes no Brasil com o sistema de pagamento por palma. Os testes ocorreram em Barueri (SP), com participação de cerca de 70 pessoas em transações de débito e crédito.
Para o projeto da Treeal com a Teros, a vantagem é o onboarding único: cadastro, consentimento e pagamento podem ocorrer sem repetição de etapas. A solução se vale do open finance para conectar identidade a dados de pagamento.
Segundo Lígia Lopes, CEO da Teros, o desafio está na estruturação da lógica por trás da solução, não apenas na experiência final. Ela afirma que a integração governada facilita o uso.
João Santos, CEO da Treeal, ressalta que a palma funciona como identificador dentro de uma jornada maior, eliminando etapas e tornando a experiência mais fluida. A tecnologia combina duas camadas de autenticação para maior segurança.
A iniciativa projeta um fundo inicial de R$ 50 milhões para operação de crédito e prevê a distribuição de 100 mil dispositivos pelo país, conforme o planejamento em desenvolvimento.
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