- Toril Bosoni, chefe de petróleo e mercados da Agência Internacional de Energia (IEA), afirmou que os estoques de petróleo estão caindo em ritmo recorde.
- Segundo o relatório mensal mais recente, os estoques globais caem a ritmo recorde e devem seguir em queda por meses, devido ao conflito no Oriente Médio.
- A fala ocorreu durante entrevista na Bloomberg Television.
- o aperto na oferta é atribuído à interrupção no Estreito de Hormuz, o que afeta o abastecimento global.
Otimistas e críticos acompanham o mercado de petróleo após o mais recente relatório mensal da Agência Internacional de Energia (IEA). O relatório aponta queda de estoques globais em ritmo recorde, em meio à persistência de interrupções no estreito de Hormuz.
Quem comenta é Toril Bosoni, chefe da área de petróleo, indústria e mercados da IEA. Ela ressaltou a continuidade da tendência de redução de estoques conforme o conflito no Oriente Médio permanece ativo.
A divulgação ocorreu em meio a a trajetória de volatilidade de preços e suprimentos, com impactos esperados nos próximos meses. A IEA mantém a avaliação de que o aperto de oferta pode persistir diante da situação geopolítica.
Segundo a IEA, os estoques globais de petróleo vêm caindo de forma acelerada no último período, movimento que tende a continuar. A queda é observada em várias regiões, não sendo restrita a um único mercado.
O relatório, divulgado recentemente, destaca que o ritmo está acima do observado em ciclos anteriores, o que aumenta a pressão sobre preços e disponibilidade de óleo.
A situação no estreito de Hormuz é citada como fator-chave que alimenta a cautela entre produtores e compradores, mantendo a atenção do mercado internacional.
Entre na conversa da comunidade