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XP lança carteiras com ETFs da bolsa brasileira

XP lança carteiras recomendadas apenas de ETFs da bolsa brasileira para três perfis de risco, com atualização mensal no terceiro dia útil

XP lança carteiras recomendadas só de ETFs da bolsa brasileira — Foto: Getty Images
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  • A XP lançou carteiras recomendadas compostas apenas por ETFs negociados na bolsa brasileira, com três perfis de risco: conservador, moderado e sofisticado, disponíveis no terceiro dia útil de cada mês.
  • As carteiras incluem ETFs de renda fixa, renda variável e alternativos, com proteção cambial e foco em uma alocação diversificada para facilitar o investimento em ETFs.
  • A ideia é que as carteiras invistam a parcela brasileira, exceto a reserva de emergência, com objetivo de superar a performance do CDI no longo prazo.
  • Na carteira conservador de maio, há dez ETFs, sendo 30% em LFTX11 (Tesouro Direto, Selic) e 20% em LTBX11 (inflação/Selic), ambos da XP; 17,5% em NLFA11 (letras financeiras de banco com baixo risco, Nubank); além de outras opções da XP, Genial, Nubank e Itaú.
  • O lançamento reforça a evolução das aplicações em ETFs no Brasil, que representam menos de 1% do mercado de fundos, mas cresceram para cerca de R$ 110 bilhões neste ano. A CVM analisando permitir ETFs de segunda geração no país.

A XP lançou carteiras recomendadas compostas apenas por ETFs listados na bolsa brasileira. As opções ficam disponíveis aos investidores no terceiro dia útil de cada mês e oferecem três perfis de risco: conservador, moderado e sofisticado. Os ETFs são de diversas gestoras, além da XP.

As novas Carteiras Brasil ETFs incluem ativos de renda fixa, renda variável e investimentos alternativos, todos com proteção cambial. A ideia é apresentar uma alocação completa e diversificada que facilite o acesso aos ETFs e a prática de investimentos.

A proposta é orientar quem aplica o equivalente à parcela de recursos brasileiros, com exceção da reserva de emergência. O objetivo declarado é superar a performance do CDI no longo prazo. A XP aponta que a estratégia foca em uma gestão simples, transparente e de baixo custo.

Para o perfil conservador, a carteira de maio reúne 10 ETFs, com maior peso em 30% no LFTX11 (Tesouro Selic) da XP. Em seguida, 20% no LTBX11 (Tesouro Inflação/Selic), também da XP, e 17,5% no NLFA11 (letras financeiras do Nubank).

Entre os demais ativos indicados, aparecem XB3011 (inflação, XP) com 6,5%, PREX11 (prefixados, XP) com 6,5%, XB3511 (inflação, XP) com 6%, GICP11 (debêntures de alta qualidade, Genial) com 3,5%, XFIX11 (fundos imobiliários, XP) com 3,5%, HGBR11 (renda fixa global, Nubank) com 2,5% e SPXH11 (renda variável global, Itaú) com 2,5%.

A notícia sobre carteiras de ETFs indicadas evidencia a evolução do mercado brasileiro de investimentos, ainda com participação de ETFs abaixo de 1% do total de fundos, mas com crescimento expressivo. O volume investido nesses ativos saltou de R$ 12 bilhões em 2017 para cerca de R$ 110 bilhões neste ano.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acompanha o tema e analisa a possibilidade de entrada de uma segunda geração de ETFs no país, com produtos mais complexos já consolidados em mercados desenvolvidos. As informações são voltadas a investidores interessados em uma gestão com foco em ETFs listados localmente.

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