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58% dos empregados formais trabalham 41 a 44 horas semanais

Maioria dos formais trabalha de 41 a 44 horas semanais; salário médio recua 0,4% em 2025, para R$ 3.362,45, com crescimento de vagas

Houve uma redução salarial média para os vinculados na jornada de 41 a 44 horas semanais. Em dezembro de 2025 eles receberam, em média, R$3.362,45. O valor representa recuo de 0,4% em relação ao ano anterior - (crédito: Reprodução: Ministério do Trabalho e Emprego)
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  • 58% dos trabalhadores formais trabalham de 41 a 44 horas semanais, correspondendo a 35,012 milhões de vínculos nesse intervalo em 2025.
  • O Brasil teve 59.970.945 vínculos formais em 2025, aumento de 5% (2.838.789 a mais) em relação a 2024.
  • O número de estabelecimentos passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, alta de 2,1%.
  • Emprego formal no setor privado chegou a 40.071.636 vínculos; no setor público, 14.125.683.
  • Em dezembro de 2025, a média salarial para quem atuou na faixa de 41 a 44 horas foi de R$ 3.362,45, queda de 0,4% frente a 2024.

O Ministério do Trabalho divulgou nesta quarta-feira dados da Rais 2025, que mostram o desempenho do emprego formal no país. Em 2025, 59.970.945 vínculos ativos foram registrados, com crescimento de 5% frente a 2024. Entre eles, 35,012 milhões trabalham com jornadas de 41 a 44 horas semanais.

A faixa de 41 a 44 horas concentra a maioria dos empregos formais, respondendo por 58% do total. O saldo total de vínculos formais no setor privado atingiu 40.071.636, enquanto o setor público soma 14.125.683. Estimativas indicam maior contratação, sem descartar impactos da legislação trabalhista.

A Rais também aponta variações salariais. Em dezembro de 2025, a remuneração média para quem tem 41 a 44 horas semanais ficou em R$ 3.362,45, queda de 0,4% frente a 2024, quando foi de R$ 3.374,52. O valor para esse grupo é o segundo mais baixo entre as jornadas apresentadas.

Cenário por setor

O levantamento mostra expansão no número de estabelecimentos, de 4,7 milhões para 4,8 milhões, aumento de 2,1%. No total de vínculos, o setor privado continua com 66,8%, seguido pelo público, com 23,6%. Organizações sem fins lucrativos chegam a 3,96 milhões (6,6%).

Entre os grandes setores, Serviços registrou o maior crescimento, com 7,2% (mais 2,41 milhões de vínculos). Comércio e Indústria tiveram alta de 1,7% cada, seguidos por Construção Civil, com 2,5%, e Agropecuária, com 1,6%. As informações abrangem também contratos com pessoas físicas e outras organizações, que somam 374,420 vínculos (0,6%).

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