- Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, e o vice‑premier chinês, He Lifeng, fizeram três horas de reunião em Incheon, Coreia do Sul, para preparar a cúpula entre EUA e China em Pequim.
- A cúpula, entre os dois maiores fabricantes da economia global, deve ocorrer ainda nesta semana em Pequim e pode incluir Fórum para facilitar comércio e investimento mútuo.
- Espera‑se que a China anuncie compras de aeronaves da Boeing e de produtos agrícolas e energéticos dos Estados Unidos.
- O encontro ocorreu após visitas do presidente sul‑coreano, Lee Jae Myung, a He Lifeng e a Bessent, com foco em cadeias de suprimentos, minerais críticos e laços estáveis entre EUA e China.
- Analistas sugerem que o diálogo foi exploratório e com resultados imediatos limitados, sem indicativos de concessões rápidas de ambos os lados.
Na Coreia do Sul, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, encerraram três horas de conversas nesta quarta-feira. O encontro ocorreu em Incheon, antes da cúpula entre Trump e Xi em Pequim.
A reunião visou preparar o terreno para o encontro entre as maiores economias do mundo, ainda nesta semana em Pequim. Bessent reuniria-se a Trump na capital chinesa para tratar de temas econômicos e comerciais.
Mais cedo, He Lifeng foi recebido pelo presidente sul-coreano Lee Jae Myung, separadamente de Bessent. Lee destacou que laços estáveis entre EUA e China interessam à Coreia do Sul e ao mundo. Em relação a Bessent, Lee discutiu cadeias de suprimentos e minerais críticos.
Cúpula de Pequim
Analistas sugerem que o diálogo foi exploratório, com resultados imediatos limitados. Mantido o compasso de espera, espera-se que as partes não façam concessões significativas antes da cúpula.
Na pauta de Pequim, está a criação de fóruns para facilitar comércio e investimento mútuos. Também é esperado o anúncio chinês de compras de aviões da Boeing e de produtos agrícolas e energéticos dos EUA.
Outros temas abrangem o fornecimento de terras raras e a situação no Irã. China mantém laços com o país e é grande compradora de petróleo, enquanto Trump não espera depender da ajuda chinesa para encerrar o conflito.
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