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S&P 500 e Nasdaq renovam recordes em NY com impulso das techs e inflação em alta

S&P 500 e Nasdaq fecham em recordes; Dow Jones cai, tecnologia sustenta bolsas apesar da inflação elevada e de cenários de juros restritivos

Pedestres diante da Nasdaq, em Nova York — Foto: Yuki Iwamura/Bloomberg
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  • Dow Jones fechou em queda de 0,14%, aos 49.693,20 pontos; S&P 500 subiu 0,58%, aos 7.444,25 pontos; Nasdaq avançou 1,20%, aos 26.402,34 pontos.
  • Setor de tecnologia teve valorização expressiva, com destaque para Alphabet (+3,94%), Meta (+2,26%), Nvidia (+2,29%), Tesla (+2,71%) e Arm (+6,43%).
  • PPI dos EUA subiu 1,4% em abril ante março, maior avanço desde março de 2022, com núcleo subindo 1,0%.
  • Dados ajudaram a manter o tom de aperto monetário por mais tempo, apesar do otimismo no setor de chips.
  • Senado aprovou Kevin Warsh para chefiar o Federal Reserve, signaling posição hawkish entre membros do banco central.

Em Nova York, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam em patamares recordes, enquanto o Dow Jones caiu 0,14%. O Dow ficou em 49.693,20 pontos, o S&P 500 em 7.444,25 pontos e o Nasdaq em 26.402,34 pontos. O dia teve apoio do setor de tecnologia, mesmo com dados de inflação acima do esperado.

O rali tecnológico ajudou a sustentar as bolsas, com altas expressivas em Alphabet, Meta, Nvidia, Tesla e Arm, que impulsionaram o setor a ganhos relevantes.

O índice de preços ao produtor (PPI) de abril subiu 1,4% na comparação com março, o maior avanço desde 2022. O core, que exclui energia e alimentos, subiu 1,0% no mês, acima das expectativas.

Desempenho de tecnologia e fatores externos

O otimismo no setor de chips ocorre em meio a uma viagem de representantes de tecnologia e finanças dos EUA ao encontro de Xi Jinping, na China, com o presidente Donald Trump. O objetivo é discutir abertura econômica chinesa e temas geopolíticos regionais, incluindo o Estreito de Ormuz e possíveis medidas para reduzir tensões com o Irã.

Paralelamente, a sessão foi marcada pela aprovação de Kevin Warsh pelo Senado para chefiar o Federal Reserve. O novo presidente do banco central deverá enfrentar um cenário com sinais de postura mais hawkish por parte dos membros do Fed, em contraste com pressões de Trump por juros mais baixos.

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