- O presidente da International Air Transport Association afirmou que tarifas aéreas mais altas na Europa são inevitáveis devido ao alto custo do combustível de aviação.
- Embora algumas companhias tenham reduzido tarifas na Europa por fraqueza na demanda, o executivo disse que as empresas não conseguem absorver os custos adicionais a longo prazo.
- Há preocupações no Reino Unido sobre possíveis faltas de combustível durante o verão, mas não é momento para pânico, segundo o setor.
- Mesmo com a possível reabertura do estreito de Hormuz, o impacto do conflito no Oriente Médio pode continuar sendo sentido nos preços do combustível nos próximos meses, até o próximo ano.
- Um porta-voz do governo britânico disse que não houve indicação de falta de combustível jet, e autoridades trabalham para manter voos operando e planejar horários para evitar interrupções imprevistas.
O custo do combustível de aviação continua a pressionar as tarifas aéreas europeias, disse o líder da IATA. Segundo ele, o aumento de preço é inevitável devido ao alto custo do combustível, e não há como as companhias absorverem as despesas a longo prazo. A observação foi feita em entrevista à BBC.
Apesar de algumas companhias aéreas terem reduzido tarifas na Europa em meio a menor demanda, o chefe da IATA destacou que o reajuste está por vir. Ele mencionou que, mesmo com ajustes, o cenário de custos elevados persiste e pode impactar as contas dos passageiros.
Preocupação com combustível no Reino Unido
Autoridades do governo britânico afirmaram que não há indicação de falta de combustível de aviação no momento. A tensão sobre o fornecimento decorre, porém, do fechamento do Estreito de Hormuz e da instabilidade regional, que elevou os preços do petróleo.
Impacto do conflito no Golfo
O bloqueio no Estreito de Hormuz elevou o preço do querosene de aviação e ampliou a preocupação com desabastecimento nos próximos meses. Europeus, especialmente o Reino Unido, dependem de importações da região e buscam soluções alternativas de fornecimento.
Análise de curto e longo prazo
O comissário de energia da UE afirmou que não espera uma escassez séria no curto prazo, mas não descartou problemas no longo prazo. O diretor-executivo da Tui também afirmou que não prevê faltas nos próximos meses.
Perspectivas de tarifas
O presidente-executivo da IATA informou que, sem sourcing de alternativas, as tarifas devem seguir altas. Mesmo com eventuais descontos pontuais para estimular demanda, a tendência é de reajuste contínuo devido às pressões de custo.
Medidas e planejamento
Um porta-voz do governo afirmou que fornecedores de combustível mantêm estoques para resiliência operativa. O governo trabalha com a indústria para manter voos estáveis e planejar cronogramas que protejam feriados de viagens.
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