- Receita operacional bruta de R$ 393,6 milhões, alta de 17,2% frente ao 1T25, com impulso de B2C e B2B; receita líquida de R$ 329,0 milhões, +22%.
- EBITDA de R$ 170,6 milhões, avanço de 27,9%, margem de 51,9% (alta de 2,4 p.p.); lucro líquido de R$ 52,1 milhões, +40,8%, margem líquida de 15,8%.
- Custos dos serviços prestados em R$ 164,5 milhões, +25,1%; lucro bruto de R$ 164,5 milhões, +19%; margem bruta caiu para 50%.
- CAPEX de R$ 87 milhões, alta de 51% frente ao 1T25.
- Expansão em 5G: 288.004 acessos 5G e 40.252 acessos líquidos no 1T26; churn de fibra em 1,49% (queda de 0,09 p.p.); aquisição de 56,4% da Amazônia 5G por R$ 15 milhões; leilão da Anatel 700 MHz resultando em lote A4 Sul para a Unifique e A1 Norte/SP para a Amazônia 5G, com compromissos de investimento para 2026–2030.
A Unifique (FIQE3) reportou resultados do 1T26 com avanço operacional e melhoria de rentabilidade. A receita operacional bruta ficou em R$ 393,6 milhões, aumento de 17,2% frente ao 1T25, impulsionada por B2C e B2B. A receita líquida alcançou R$ 329,0 milhões, elevação de 22%.
O EBITDA somou R$ 170,6 milhões, alta de 27,9%, elevando a margem para 51,9%. O lucro líquido ficou em R$ 52,1 milhões, alta de 40,8% na comparação anual, com margem líquida de 15,8%. Esses números refletem melhoria de eficiência e mix de produtos.
Desempenho financeiro
O custo dos serviços prestados chegou a R$ 164,5 milhões, alta de 25,1%. Mesmo com esse aumento, o lucro bruto subiu 19%, para R$ 164,5 milhões. A margem bruta ficou em 50%, frente 51,2% no 1T25.
O CAPEX do trimestre foi de R$ 87 milhões, avanço de 51% versus o 1T25. A expansão de investimentos indica foco em infraestrutura e serviços de fibra e móvel.
Expansão e 5G
Ao fim de março, a empresa registrou 288.004 acessos 5G, com 40.252 acessos líquidos no 1T26. O churn da fibra terminou em 1,49%, queda de 0,09 p.p. na comparação anual.
Em abril, a Unifique confirmou a aquisição de 56,4% da Amazônia 5G por R$ 15 milhões, fortalecendo o controle da operação. Em maio, venceu lances no leilão da faixa de 700 MHz da Anatel, assegurando o lote A4 (Região Sul). A controlada Amazônia 5G ficou com o lote A1 (Norte e SP).
Para os próximos anos, a companhia assumiu compromissos de investimento para implantação de estações de rádio base em localidades e rodovias entre 2026 e 2030, com tecnologia igual ou superior ao 4G.
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