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Vendas do varejo ficam 12,5% acima do nível pré-pandemia em março, diz IBGE

Varejo registra alta de 12,5% em março ante fevereiro de 2020, com varejo ampliado 8,2% acima do pré-pandemia, segundo IBGE

Comércio varejista nas ruas do Polo Saara, centro do Rio de Janeiro.
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  • Vendas do varejo ficaram 12,5% acima do nível de fevereiro de 2020, no patamar pré-pandemia.
  • O varejo ampliado (inclui veículos, material de construção e atacado alimentício) opera 8,2% acima do pré-crise sanitária.
  • Segemntos acima do patamar pré-crise: artigos farmacêuticos, supermercados, veículos, combustíveis, material de construção, equipamentos de informática e outros artigos de uso pessoal e doméstico.
  • Itens abaixo do nível pré-crise: móveis e eletrodomésticos (queda de 0,1%), tecidos, vestuário e calçados (-18%), livros e papelaria (-46,5%).
  • Dados são da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, divulgados em 13 de março.

O volume de vendas do varejo encerrou março 12,5% acima do nível de fevereiro de 2020, pré‑pandemia, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE. No varejo ampliado, que inclui veículos, material de construção e atacado alimentício, o índice ficou 8,2% acima do patamar pré‑pandemia.

Os dados, divulgados nesta quarta-feira, mostram desempenho positivo em diversos segmentos, com destaque para artigos farmacêuticos, supermercados, combustíveis, material de construção e equipamentos de informática e comunicação. Esses itens operam acima do nível pré‑crise sanitária.

Entretanto, móveis e eletrodomésticos, vestuário e calçados e livros e papelaria permanecem abaixo do nível anterior à pandemia, puxando a variação geral para baixo em algumas categorias.

Desempenho por segmento

Artigos farmacêuticos registram alta expressiva, 44,9% acima do pré‑crise. Combustíveis e lubrificantes avançam 14,9%, veículos 13,6% e supermercados 13,5% acima do patamar de fevereiro de 2020.

Material de construção apresenta ganho de 9,4%, equipamentos de informática e comunicação 0,8% e outros artigos de uso pessoal e doméstico 0,2% acima. Já móveis e eletrodomésticos ficam 0,1% abaixo do nível pré‑pandemia.

Pontos relativos a tecidos, vestuário e calçados caem 18% frente a fevereiro de 2020, e livros e papelaria recuam 46,5%. As variações variam conforme categoria, refletindo mudanças no comportamento do consumo.

Contexto e método

A divulgação está alinhada à metodologia da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, que acompanha o desempenho do varejo brasileiro ao longo do tempo. O levantamento considera séries históricas para comparar o desempenho de março frente ao patamar pré‑pandemia.

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