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Entre vinhedos e memórias: relato sobre lembranças em vinhedos

Wine South America revela amadurecimento técnico do vinho brasileiro, com foco em qualidade, terroir e rastreabilidade, elevando o faturamento a 21,1 bilhões em 2025

Vinícola Miolo
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  • A Wine South America revelou o amadurecimento do vinho brasileiro, com foco em técnica, terroir e experiência.
  • A expedição Do Campo à Taça acompanhou especialistas, sommeliers, produtores e empresários, com visitas a vinícolas como a Miolo, no Vale dos Vinhedos, RS.
  • O mercado brasileiro de vinhos encerrou 2025 estimado em R$ 21,1 bilhões, crescimento de cerca de dez por cento frente ao ano anterior.
  • O consumo passou a valorizar qualidade, rastreabilidade, terroir e rótulos de maior valor agregado, com espumantes entre os segmentos de maior crescimento.
  • A jornalista Fabi Gennarini viajou a convite da Wine South America.

Entre vinhedos e memórias, a Wine South America revelou o amadurecimento do vinho brasileiro: técnica, terroir e emoção convivem na mesma taça. A cobertura acompanhou especialistas, estrategistas, sommeliers, produtores e empresários do setor.

A expedição Do Campo à Taça, que integra a programação da feira, já aponta efeitos de uma mudança de perfil do consumidor. O grupo foi selecionado pela organização para acompanhar o movimento do mercado.

O mercado brasileiro de vinhos encerrou 2025 com faturamento estimado em 21,1 bilhões de reais, segundo Ideal BI Consulting, crescimento de 10% em relação a 2024. A análise destaca evolução de valores e de consumo.

O foco está na busca por qualidade, rastreabilidade, terroir e experiências. Espumantes aparecem entre os segmentos de maior expansão, sinalizando uma consolidação além de datas festivas.

Durante a passagem pela Serra Gaúcha, entre Bento Gonçalves e Garibaldi, ficou claro que o vinho também funciona como memória coletiva. Vários protagonistas contaram histórias de crises superadas.

Na Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos, o cenário evidencia investimentos que fortalecem a viticultura nacional, com foco em inovação e padrões técnicos avançados.

Histórias de origem foram revisadas ao longo da viagem. Do quintal da avó de uma correspondente, em São Paulo, ao parreiral de Niágara Rosada, surgiram lembranças que dialogam com o vinho moderno.

Essa conexão entre tempo, origem e família é destacada como parte do DNA do vinho brasileiro, segundo relatos colhidos durante a cobertura. A experiência reforça a curva de maturação do setor.

*A jornalista Fabi Gennarini viajou à convite da Wine South America*

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