- Os contratos futuros do petróleo fecharam em leve alta: Brent para julho subiu 0,08% para US$ 105,72 por barril e WTI para junho avançou 0,15% para US$ 101,17 por barril.
- O movimento ocorre diante do impasse nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã e da atenção ao Estreito de Ormuz.
- O encontro entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping foi acompanhado como possível caminho para avançar na questão do Oriente Médio e da travessia no estreito.
- A Casa Branca informou que Xi demonstrou interesse em comprar mais petróleo dos Estados Unidos para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz, e Trump afirmou que a China não fornecerá equipamentos militares ao Irã.
- A Iran afirmou ter permitido o trânsito de navios chineses pelo Estreito de Ormuz, com cerca de trinta embarcações cruzando a rota nas últimas horas.
Os contratos futuros do petróleo fecharam em leve alta nesta quinta-feira, 14, após oscilações ao longo do dia. O movimento ocorreu em meio ao impasse nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã e à expectativa de avanços na reunião entre Donald Trump e Xi Jinping. Observadores monitoram o fluxo no Estreito de Ormuz, crucial para o suprimento global.
OBrent com vencimento em julho subiu 0,08%, para US$ 105,72 por barril na ICE. O WTI com entrega para junho avançou 0,15%, para US$ 101,17 por barril na Nymex. A volatilidade refletiu a tensão no Oriente Médio e as declarações sobre abertura de rotas marítimas.
Segundo a CNBC, o encontro entre Trump e Xi tratou da possibilidade de manter o Estreito de Ormuz aberto e de frear o programa nuclear iraniano. A Casa Branca informou que a China demonstrou interesse em comprar mais petróleo dos EUA, para reduzir dependência da rota. Também foi ressaltado que a China não fornecerá equipamentos militares ao Irã.
Mercado e perspectivas
O Irã afirmou permitir o trânsito de navios chineses pelo Estreito de Ormuz, com a imprensa estatal mencionando cerca de 30 embarcações cruzando a rota recentemente. A situação mantém a travessia marítima sensível, apesar do cessar-fogo vigente desde o início de abril.
Economista de commodities aponta que, se o fluxo pelo estreito se normalizar ainda neste mês, a queda de estoques pode ser limitada e os preços recuariam pouco até o fim de 2026. No cenário oposto, com o estreito fechado, haveria risco de estoques muito baixos até junho, pressões maiores sobre os preços.
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